Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -Na celebração das 17h, na Igreja Matriz da Paróquia Santo Antônio de Sinop, 116 crianças das Comunidades Matriz e Todos os Santos participaram do importante rito da IVC, demarcando a passagem do Pré-catecumenato ao Catecumenato.
Após a saudação de práxis da missa, as crianças foram chamadas pelo nome pela coordenadora paroquial da Catequese, Soeli Siaska, e elas se apresentaram com alegria e disposição, dizendo: “Eis-me, aqui, Senhor!”. Em seguida, o presidente da celebração abençoou os crucifixos nas mãos das catequistas e elas prontamente entregaram-nos às crianças. Concluída a homilia foi entregue uma Bíblia para cada catequisando para que conheçam Jesus, meditem e interiorizem a sabedoria da Palavra de Deus e a viva com amor.

Pe. Roberto, utilizando uma linguagem simples e de uma forma didática, desenvolveu a homilia partindo das quatro dimensões que alicerçam o Catecismo da Igreja Católica (CIC) e são sinais vivos da presença do Ressuscitado no seio de uma comunidade cristã. A inspiração se encontra no livro dos Atos dos Apóstolos, no qual o evangelista Lucas descreve o retrato ideal de uma comunidade que se deixa plasmar pelo Espírito Santo (cf. At 2,42-47). São quatro pilares:

Primeiro. A doutrina dos apóstolos, aquilo em que nós cremos, ou seja, os ensinamentos de Cristo atualizados e sistematizados pela Igreja (Magistério). Segundo. A Liturgia, como celebramos a fé. Através do culto celebramos a “memória” do Senhor em comunidade. O Dies Domini (Domingo) é o dia do feliz encontro com o Ressuscitado Senhor e com os irmãos que professam a mesma fé e buscam seguir as pegadas do Mestre de Nazaré. Terceiro. A caridade, como vivemos a fé. “Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e colocavam tudo em comum; vendiam suas propriedades e seus bens e repartiam o dinheiro entre todos, conforme a necessidade de cada um”. Quarto. A vida de oração, o modo como nos relacionamos com o Deus de Jesus. É muito importante cultivar a intimidade com o Senhor através da oração pessoal.

Pe. Roberto falou que devemos ter isso muito claro em nossa vida, pois somente a fé não basta, é preciso rezar e trabalhar, São Tiago deixa isso muito claro em sua Epístola quando nos diz: “Assim também a fé, se não tiver obras, está completamente morta” (cf. Tg 2,17). Não adianta clamar: “Senhor, Senhor...” sem a prática da caridade e sem engajamento na luta por um mundo mais justo e fraterno. Deus não sabe o que fazer com orações falsas, mecânicas e inconsequentes (cf. Lc 18,9-17). A alma arde de desejo pelo encontro pessoal com Jesus. Vimos isso no evangelho, quando o apóstolo Tomé dissipou as nuvens da incredulidade e confessou: “Meu Senhor e meu Deus” (cf. Jo 20,28). ´

Na bênção final as valorosas Catequistas levantaram a imagem de Nossa Senhora diante da assembleia e, juntos, suplicamos à Mãe de Jesus, a primeira discípula do Filho, que guie, ilumine e proteja todas as pessoas que evangelizam, especialmente, os catequistas e os pais/mães das crianças.
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Na celebração das 17h, na Igreja Matriz da Paróquia Santo Antônio de Sinop, 116 crianças das Comunidades Matriz e Todos os Santos participaram do importante rito da IVC, demarcando a passagem do Pré-catecumenato ao Catecumenato.
Após a saudação de práxis da missa, as crianças foram chamadas pelo nome pela coordenadora paroquial da Catequese, Soeli Siaska, e elas se apresentaram com alegria e disposição, dizendo: “Eis-me, aqui, Senhor!”. Em seguida, o presidente da celebração abençoou os crucifixos nas mãos das catequistas e elas prontamente entregaram-nos às crianças. Concluída a homilia foi entregue uma Bíblia para cada catequisando para que conheçam Jesus, meditem e interiorizem a sabedoria da Palavra de Deus e a viva com amor.

Pe. Roberto, utilizando uma linguagem simples e de uma forma didática, desenvolveu a homilia partindo das quatro dimensões que alicerçam o Catecismo da Igreja Católica (CIC) e são sinais vivos da presença do Ressuscitado no seio de uma comunidade cristã. A inspiração se encontra no livro dos Atos dos Apóstolos, no qual o evangelista Lucas descreve o retrato ideal de uma comunidade que se deixa plasmar pelo Espírito Santo (cf. At 2,42-47). São quatro pilares:

Primeiro. A doutrina dos apóstolos, aquilo em que nós cremos, ou seja, os ensinamentos de Cristo atualizados e sistematizados pela Igreja (Magistério).
Segundo. A Liturgia, como celebramos a fé. Através do culto celebramos a “memória” do Senhor em comunidade. O Dies Domini (Domingo) é o dia do feliz encontro com o Ressuscitado Senhor e com os irmãos que professam a mesma fé e buscam seguir as pegadas do Mestre de Nazaré.
Terceiro. A caridade, como vivemos a fé. “Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e colocavam tudo em comum; vendiam suas propriedades e seus bens e repartiam o dinheiro entre todos, conforme a necessidade de cada um”.
Quarto. A vida de oração, o modo como nos relacionamos com o Deus de Jesus. É muito importante cultivar a intimidade com o Senhor através da oração pessoal.

Pe. Roberto falou que devemos ter isso muito claro em nossa vida, pois somente a fé não basta, é preciso rezar e trabalhar, São Tiago deixa isso muito claro em sua Epístola quando nos diz: “Assim também a fé, se não tiver obras, está completamente morta” (cf. Tg 2,17). Não adianta clamar: “Senhor, Senhor...” sem a prática da caridade e sem engajamento na luta por um mundo mais justo e fraterno. Deus não sabe o que fazer com orações falsas, mecânicas e inconsequentes (cf. Lc 18,9-17). A alma arde de desejo pelo encontro pessoal com Jesus. Vimos isso no evangelho, quando o apóstolo Tomé dissipou as nuvens da incredulidade e confessou: “Meu Senhor e meu Deus” (cf. Jo 20,28). ´

Na bênção final as valorosas Catequistas levantaram a imagem de Nossa Senhora diante da assembleia e, juntos, suplicamos à Mãe de Jesus, a primeira discípula do Filho, que guie, ilumine e proteja todas as pessoas que evangelizam, especialmente, os catequistas e os pais/mães das crianças.
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