13º encontro do CHAMMÁ

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O termo CHAMMÁ remete ao livro do profeta Ezequiel 48,35: “E o nome da cidade, a partir deste dia será: ‘o Senhor está aqui’”. O Movimento surgiu na Diocese de Caxias (RS), em 1991. O iniciador do Movimento foi o senhor Durval Luz Balen (leigo) que redigiu o primeiro manual. 

O Chammá intenciona proporcionar aos cursistas uma experiência de Deus profunda e transformadora através das Ciacola (conversas, palestras), animação, meditação da palavra de Deus e da oração, ou seja, busca-se evangelizar para que todos se tornam sinais vivos da presença de Deus no meio de nós: O público alvo são homens e mulheres com mais de 50 anos de vida. 

Na Diocese Sagrado coração de Jesus (Sinop – MT) o Chammá foi introduzido pelo atual pároco da paróquia São Pedro Apóstolo (Sorriso –MT), Pe. Valdir Koch, que, por ser um entusiasta pela proposta do Movimento, o emplacou também em Sorriso, com notável êxito.  


Nos dias 7-9 de julho aconteceu, na Casa de Formação Shalom, o 13º CHAMMÁ das Mulheres e, no último fim de semana, 14-16/07, foi realizado o dos Homens com a participação de trinta distintos senhores; enquanto que o feminino contou com presença de quarenta e duas simpáticas senhoras. Vale lembrar que houve um hiato de quatro anos devido ao flagelo da pandemia. 


Entretanto, nota-se que aos poucos as brasas estão acendendo e o pavor do maledetto vírus esfumou-se. A dinâmica do encontro é envolvente, participativa e contagiante, com notável potencial de resgate de cristãos “mornos” e/ou cansados para ação evangelizadora da Igreja. Certamente, as sementes lançadas no coração dos “cursistas” têm possibilidades reais de germinarem e produzirem bons frutos.  


O evangelho do 15º Domingo do Tempo Comum era precisamente a parábola do Semeador (cf. Mt 13,1-23). Com esta parábola o Senhor quer nos ensinar que Deus é incansável e não desiste de semear a semente da Vida. Mais: Ele não se importa com a qualidade do terreno, semeia em todos os lugares. A semente é eficaz, fecunda e tem uma força extraordinária. O problema está no terreno, ou seja, no coração humano.   


Ao meditar sobre esta passagem evangélica o Papa Francisco, observou: “Os resultados da semeadura não dependem das nossas capacidades: dependem da ação de Deus. A nós cabe semear e semear com amor, com empenho e com a paciência. A força da semente é divina”.  


Um dos participantes do evento, o senhor Paulo Vicente Dias, após a missa de encerramento, fez uma pequena partilha: “É a melhor coisa do mundo: a gente esquece as coisas do mundo, no retiro só lembrei de Deus; tudo o que ouvimos foram coisas sagradas, coisas de Deus, enviadas pelo Espírito Santo. Não lembrei de beber, de trabalhar, não lembrei de nada; quer saber: nem de comer eu lembrei, aconteceu uma incrível ligação entre Deus e a gente”.


Foi uma alegria poder retomar as atividades do CHAMMÁ e ver tantas pessoas, quase todas avós, tão dispostas, atentas e desejosas em aprofundar o conhecimento da Palavra e experimentar a beleza da misericórdia do Pai, revelada pelo Filho de Maria.       

 
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