Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -140 crianças das comunidades da Matriz e Todos os Santos da Paróquia Santo Antônio receberam a Primeira Eucaristia. A celebração aconteceu às 10h e 9h, respectivamente, e foi marcada por muita alegria e emoção. As crianças receberam o sacramento cheias de expectativa e muita devoção, e foram acompanhadas por seus familiares e amigos.
Pe. Roberto presidiu a missa na Matriz, em sua homilia falou sobre o Evangelho do Segundo Domingo da Páscoa (cf. Jo 20,19-31) sobre a aparição de Jesus Ressuscitado aos apóstolos que se encontravam amedrontados e aterrorizados com as portas trancadas no Cenáculo, destacando a atitude de resistência e incredulidade de Tomé diante do testemunho dos companheiros sobre a aparição do Mestre.

Tomé representa todas as pessoas que encontram sérias dificuldades em acreditar, de compreender a ressurreição, de aceitar e/ou reconhecer a presença de Deus em suas vidas. Por outro lado, Tomé revela também a atitude de pessoas inteligentes e mais críticas que não aceitam facilmente aquilo que ouvem. É a fé que busca intelecção. Segundo o padre, o pecado cometido por Tomé foi o de não estar reunido em comunidade no contexto da aparição do Senhor, ou seja, optou pelo isolamento e isto foi fatal. Pe. Roberto falou que o lugar por excelência para identificarmos a presença do ressuscitado é na comunidade cristã, na celebração da Eucaristia.

Na segunda aparição Tomé estava presente. Jesus se apresenta e diz alto e bom som: “A paz esteja convosco”. O Senhor ressuscitado se apresenta para curar as feridas. O incrédulo Tomé ao ver os ferimentos do Senhor fez profunda experiência pessoal de Deus. Ficou abismado com a verdade do fato e naquele momento fez a mais linda profissão de fé: “Meu Senhor e meu Deus” (cf. Jo 20,28). Ficou curado da maior das feridas, a incredulidade.

Pe. Roberto estabeleceu importante relação entre Tomé, família, Deus e as crianças. Por que Tomé não deu crédito no testemunho dos companheiros que diziam terem visto o Senhor? O crítico e exigente Tomé percebeu que a euforia deles não condizia com o comportamento medroso (“portas fechadas”) e acovardado deles. Se realmente tivessem sido agraciados com a “visita” do Ressuscitado porque estavam trancafiados e aterrados pelo medo. Lançou um baita questionamento para toda a assembleia, especialmente, para os pais das crianças. O testemunho de fé no Ressuscitado, ou seja, a prática religiosa de vocês está convencendo os filhos?
Muitas vezes os adultos exigem que os filhos participem da igreja, recebam os sacramentos e sejam pessoas ética e justas, mas a contrapartida que oferecem nem sempre é coerente, algo semelhante com a experiência de Tomé, cujo problema não era a fé em Deus, mas a dubiedade da prática religiosa dos companheiros. Isto para as crianças é fatal porque é altamente nocivo e corruptível. As crianças e jovens necessitam do testemunho e do exemplo convincente dos adultos: “as palavras comovem, mas os exemplos arrastam”.
Para finalizar Pe. Roberto reconheceu e agradeceu a dedicação e o generoso e abnegado trabalho dos Catequistas que não medem esforços para ajudar as crianças no conhecimento das coisas de Deus. A Primeira Eucaristia é apenas o início de um fascinante caminho de santificação e de comprometimento com a construção do Reino de Deus. Que estas crianças possam encontrar os meios para continuar cultivando as sementinhas do evangelho que foram semeadas. Pediu a todos que abram o coração a Deus, para permitir que a luz do Ressuscitado seja acolhida com alegria e Ele nos faça novas criaturas.
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140 crianças das comunidades da Matriz e Todos os Santos da Paróquia Santo Antônio receberam a Primeira Eucaristia. A celebração aconteceu às 10h e 9h, respectivamente, e foi marcada por muita alegria e emoção. As crianças receberam o sacramento cheias de expectativa e muita devoção, e foram acompanhadas por seus familiares e amigos.
Pe. Roberto presidiu a missa na Matriz, em sua homilia falou sobre o Evangelho do Segundo Domingo da Páscoa (cf. Jo 20,19-31) sobre a aparição de Jesus Ressuscitado aos apóstolos que se encontravam amedrontados e aterrorizados com as portas trancadas no Cenáculo, destacando a atitude de resistência e incredulidade de Tomé diante do testemunho dos companheiros sobre a aparição do Mestre.

Tomé representa todas as pessoas que encontram sérias dificuldades em acreditar, de compreender a ressurreição, de aceitar e/ou reconhecer a presença de Deus em suas vidas. Por outro lado, Tomé revela também a atitude de pessoas inteligentes e mais críticas que não aceitam facilmente aquilo que ouvem. É a fé que busca intelecção. Segundo o padre, o pecado cometido por Tomé foi o de não estar reunido em comunidade no contexto da aparição do Senhor, ou seja, optou pelo isolamento e isto foi fatal. Pe. Roberto falou que o lugar por excelência para identificarmos a presença do ressuscitado é na comunidade cristã, na celebração da Eucaristia.

Na segunda aparição Tomé estava presente. Jesus se apresenta e diz alto e bom som: “A paz esteja convosco”. O Senhor ressuscitado se apresenta para curar as feridas. O incrédulo Tomé ao ver os ferimentos do Senhor fez profunda experiência pessoal de Deus. Ficou abismado com a verdade do fato e naquele momento fez a mais linda profissão de fé: “Meu Senhor e meu Deus” (cf. Jo 20,28). Ficou curado da maior das feridas, a incredulidade.

Pe. Roberto estabeleceu importante relação entre Tomé, família, Deus e as crianças. Por que Tomé não deu crédito no testemunho dos companheiros que diziam terem visto o Senhor? O crítico e exigente Tomé percebeu que a euforia deles não condizia com o comportamento medroso (“portas fechadas”) e acovardado deles. Se realmente tivessem sido agraciados com a “visita” do Ressuscitado porque estavam trancafiados e aterrados pelo medo. Lançou um baita questionamento para toda a assembleia, especialmente, para os pais das crianças. O testemunho de fé no Ressuscitado, ou seja, a prática religiosa de vocês está convencendo os filhos?

Muitas vezes os adultos exigem que os filhos participem da igreja, recebam os sacramentos e sejam pessoas ética e justas, mas a contrapartida que oferecem nem sempre é coerente, algo semelhante com a experiência de Tomé, cujo problema não era a fé em Deus, mas a dubiedade da prática religiosa dos companheiros. Isto para as crianças é fatal porque é altamente nocivo e corruptível. As crianças e jovens necessitam do testemunho e do exemplo convincente dos adultos: “as palavras comovem, mas os exemplos arrastam”.

Para finalizar Pe. Roberto reconheceu e agradeceu a dedicação e o generoso e abnegado trabalho dos Catequistas que não medem esforços para ajudar as crianças no conhecimento das coisas de Deus. A Primeira Eucaristia é apenas o início de um fascinante caminho de santificação e de comprometimento com a construção do Reino de Deus. Que estas crianças possam encontrar os meios para continuar cultivando as sementinhas do evangelho que foram semeadas. Pediu a todos que abram o coração a Deus, para permitir que a luz do Ressuscitado seja acolhida com alegria e Ele nos faça novas criaturas.
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