Avaliação das celebrações da Semana Santa

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Aconteceu, ontem (4), na Sala São Marcos da Comunidade Matriz, importante encontro com os membros das equipes de liturgia das comunidades (urbanas) da Paróquia de Santo Antônio de Sinop para avaliar as celebrações ocorridas na Semana Santa, do Domingo de Ramos ao Sábado Santo.


A reunião teve boa participação e foi bem proveitosa, com várias intervenções, críticas e sugestões, a partir de três singelas questões: Que bom! Que pena! Que tal!? Todos puderam se exprimir com liberdade. E como foi bom!     


Avaliar é preciso e muito útil para que possamos melhorar sempre, importa, pois, sermos humildes para acatar e aceitar as críticas e sugestões para melhorarmos sempre, só assim conseguiremos crescer. Gostamos sempre do elogio, mas o que nos faz melhores são momentos assim onde podemos reconhecer desacertos para estarmos sempre dispostos e prontos a mudarmos e acolher as luzes do Espírito que faz “novas todas as coisas” (cf. Ap 21,5). 


Nosso pároco, Pe. Roberto J. Gottardo,SJ, sempre preocupado em oferecer o melhor a todos, nos brindou inicialmente com um excelente texto com algumas observações à luz da experiência pascal do apóstolo Tomé, mostrando a importância da Liturgia como lugar da intimidade com o mistério celebrado, como lugar de cura das alienações e das próprias feridas. O texto na íntegra estará disponível no site em “Artigos”, nos ajudando a dar um rumo certo ao objetivo da nossa reunião.


“A mediocridade não tem lugar na cosmovisão de Santo Inácio de Loyola” (P. Kolvenbach) nem deveria ter nas lideranças que atuam em obras confiadas à companhia de Jesus. Sabemos, por experiência, que estamos imersos numa cultura dos resultados imediatos e do “descartável”. Isso gera pessoas ansiosas, competitivas, frustradas, dependentes, agressivas... pessoas que facilmente perdem o encanto e desertam. 


Hoje, a vida torna-se maquinal e rotineira, vivemos em função das expectativas alheias, tudo deve ser “rápido”, as relações se amontoam e o superficialismo campeia. Por isso o hábito de sentar para conversar e avaliar as experiências vividas em comunidade deveria ser uma prática “natural” na vida pastoral da Igreja, e não algo ocasional. Avaliar para crescer tendo em vista maior glória de Deus deveria ser uma prática comezinha de todas as Pastorais, Movimentos e Serviços de toda a Igreja. Que assim seja.


 
 
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