Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -O Dies Domini (domingo, 30) foi intenso, mas consolador. Formalmente, o início da maratona começou com a Missa das 8h, seguida pela realização de cinco batizados. À luz do Evangelho do 17º Domingo do Tempo Comum (cf. Mt 13,44-52), Pe. Gottardo,SJ, presidente da celebração, destacou que “O reino dos céus não é o reino da vida depois da morte, mas trata-se de uma realidade deste mundo, uma alternativa à sociedade que vivemos”.
Pe. Roberto falou-nos do fascínio que sentimos quando nos tornamos “discípulos do Reino”. O tesouro revelado no evangelho é o amor, a descoberta de um Pai que nos ama e nos desafia a amar os outros como Ele o faz. Que é a nossa vida senão uma contínua “caça ao tesouro”, ou seja, uma busca incansável da felicidade e da realização pessoal? Citou a conhecidíssima frase de Santo Agostinho para enfatizar o porquê somos pessoas sempre insatisfeitas: “Fizeste-nos, Senhor, para ti, e o nosso coração anda inquieto enquanto não descansar em ti” (Santo Agostinho).

Tornar-se discípulo apaixonado deveria ser a preocupação de todo batizado. No entanto, vê-se que muitos cristãos vivem na superficialidade, na mesmice e com cara triste: “A vida cristã é uma bela aventura e não apenas um conjunto de códigos e de leis para estarmos em paz com a própria consciência e sermos quiçá merecedores do céu. A fé no Deus de Jesus Cristo é a experiência do encontro que transforma a vida, muda as ordens das prioridades, infunde coragem e nos liberta das alienações”.

Após a homilia Pe. Roberto realizou a renovação das promessas matrimoniais do casal Durcelina e Ezequiel com a bênção das alianças em comemoração aos 50 anos de vida conjugal. Um belo testemunho de amor e de fidelidade cultivados nessas décadas de convivência entre eles. Nessas horas a gente reconhece a beleza de se ter uma família unida. Um inestimável tesouro! Ao serem indagados pelo Pe. Roberto qual conselho dariam aos jovens que desejam casar-se um dia, dona Durcelina respondeu: “além do amor, o respeito entre os dois; antes de jogar fora, se deve consertar aquilo que não está bom”.

Depois da bênção final e fotos com o casal e familiares Pe. Roberto celebrou o batizado de cinco crianças, para em seguida dirigir-se à chácara Nova Estância (Estrada Idalgisa) para conduzir mais uma celebração de aniversário de 50 anos de matrimônio do casal Nelci e Delcio Mantovani. Na celebração foram vividos momentos de muita emoção, afeto e carinho entre eles, familiares e amigos/as. No final da celebração, o senhor Delcio tomou o microfone para agradecer a presença e para convidar a todos para se refastelarem no delicioso almoço como forma de agradecimento a Deus pelas conquistas e pelas tantas lutas vencidas ao longo da vida.

Gentilmente, convidarem também Pe. Roberto para almoçar com eles. E como foi bom! Almoçou e sem lengalenga retornou para casa porque às 14h deveria visitar o Lar dos Idosos São Vicente de Paula com a Pastoral da Família. Outra experiência intensa e grandiosa pelos questionamentos que suscita. Vale destacar que os membros da Pastoral não foram de mãos vazias àquela instituição, levaram 54 caixas de luvas, ou seja, 5.400 unidades. Foi uma experiência de alegria. A conclusão da jornada de apostolado estava agendada para as 17h, com a celebração da Eucaristia, na comunidade Matriz Santo Antônio. Deus seja louvado!





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O Dies Domini (domingo, 30) foi intenso, mas consolador. Formalmente, o início da maratona começou com a Missa das 8h, seguida pela realização de cinco batizados. À luz do Evangelho do 17º Domingo do Tempo Comum (cf. Mt 13,44-52), Pe. Gottardo,SJ, presidente da celebração, destacou que “O reino dos céus não é o reino da vida depois da morte, mas trata-se de uma realidade deste mundo, uma alternativa à sociedade que vivemos”.
Pe. Roberto falou-nos do fascínio que sentimos quando nos tornamos “discípulos do Reino”. O tesouro revelado no evangelho é o amor, a descoberta de um Pai que nos ama e nos desafia a amar os outros como Ele o faz. Que é a nossa vida senão uma contínua “caça ao tesouro”, ou seja, uma busca incansável da felicidade e da realização pessoal? Citou a conhecidíssima frase de Santo Agostinho para enfatizar o porquê somos pessoas sempre insatisfeitas: “Fizeste-nos, Senhor, para ti, e o nosso coração anda inquieto enquanto não descansar em ti” (Santo Agostinho).

Tornar-se discípulo apaixonado deveria ser a preocupação de todo batizado. No entanto, vê-se que muitos cristãos vivem na superficialidade, na mesmice e com cara triste: “A vida cristã é uma bela aventura e não apenas um conjunto de códigos e de leis para estarmos em paz com a própria consciência e sermos quiçá merecedores do céu. A fé no Deus de Jesus Cristo é a experiência do encontro que transforma a vida, muda as ordens das prioridades, infunde coragem e nos liberta das alienações”.

Após a homilia Pe. Roberto realizou a renovação das promessas matrimoniais do casal Durcelina e Ezequiel com a bênção das alianças em comemoração aos 50 anos de vida conjugal. Um belo testemunho de amor e de fidelidade cultivados nessas décadas de convivência entre eles. Nessas horas a gente reconhece a beleza de se ter uma família unida. Um inestimável tesouro! Ao serem indagados pelo Pe. Roberto qual conselho dariam aos jovens que desejam casar-se um dia, dona Durcelina respondeu: “além do amor, o respeito entre os dois; antes de jogar fora, se deve consertar aquilo que não está bom”.

Depois da bênção final e fotos com o casal e familiares Pe. Roberto celebrou o batizado de cinco crianças, para em seguida dirigir-se à chácara Nova Estância (Estrada Idalgisa) para conduzir mais uma celebração de aniversário de 50 anos de matrimônio do casal Nelci e Delcio Mantovani. Na celebração foram vividos momentos de muita emoção, afeto e carinho entre eles, familiares e amigos/as. No final da celebração, o senhor Delcio tomou o microfone para agradecer a presença e para convidar a todos para se refastelarem no delicioso almoço como forma de agradecimento a Deus pelas conquistas e pelas tantas lutas vencidas ao longo da vida.

Gentilmente, convidarem também Pe. Roberto para almoçar com eles. E como foi bom! Almoçou e sem lengalenga retornou para casa porque às 14h deveria visitar o Lar dos Idosos São Vicente de Paula com a Pastoral da Família. Outra experiência intensa e grandiosa pelos questionamentos que suscita. Vale destacar que os membros da Pastoral não foram de mãos vazias àquela instituição, levaram 54 caixas de luvas, ou seja, 5.400 unidades. Foi uma experiência de alegria. A conclusão da jornada de apostolado estava agendada para as 17h, com a celebração da Eucaristia, na comunidade Matriz Santo Antônio. Deus seja louvado!





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