Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -Percebe-se que a presença de Maria Santíssima está profundamente enraizada na cultura e n’alma do nosso povo. O povo compreende que suprimir a figura da Mãe na vida da igreja significa “deletar” o mistério da encarnação do Verbo. Há heresia maior? Sem dúvidas, é motivo de grande felicidade podermos celebrar em comunidade a presença de Maria com tanta devoção, gratidão e fé.
No dia 12 de outubro é dia que os católicos prestam inúmeras homenagens em honra a Nossa Senhora Aparecida por todos os recantos do Brasil. Na Matriz Santo Antônio a comunidade acompanhou a celebração da Solenidade, às 19h30, apresentando e confiando a ela todas as dores, incertezas e padecimentos que passam seus filhos/as, especialmente as crianças que são vítimas da violência, do abandono e da fome.

A entronização da imagem foi acolhida pela comunidade com imensa alegria, fé e carinho. Graça a Deus somos todos “filhos/as da Mãe”. O Papa Francisco não dá margem para dúvidas: “Nós não somos órfãos, temos uma mãe! Nossa Senhora, é mãe Igreja e nossa mãe. Não somos órfãos, somos filhos da Igreja, somos filhos de Nossa Senhora e somos filhos das nossas mães”.

E para finalizar a celebração as crianças foram convidadas a se colocar em frente ao presbitério por ocasião do dia que elas também são homenageadas, Pe. Marcelo, abençoou individualmente a cada uma delas com a imposição de mãos.

No domingo (13), às 11h30, no Sítio Paraíso Silvestre, como acontece anualmente, foi celebrada a Missa em honra a Nossa Senhora Aparecida, organizada pela família Orlando e Sônia Socreppa, familiares e amigos que se reúnem para juntos louvar, agradecer e prestar homenagens a Nossa Senhora. O evento deste ano contou a participação de 222 pessoas. Uma beleza.

Pe. Roberto, presidiu a celebração e falou-nos da importância do acolhimento e do reconhecimento do amor de Deus revelado em Jesus e por Jesus. À luz do evangelho do dia (cf. Mc 10,17-30), o qual relata a dificuldade do homem rico de desapegar-se dos bens deste mundo e de aderir à proposta do evangelho, o padre foi enfático: “Que adianta saber a bíblia de cor, possuir vasto conhecimento doutrinário e teológico, se não praticar a caridade e abrir-se às exigências de conversão? Infelizmente, muitos cristãos participam das celebrações, de cultos e de tantos eventos religiosos, mas fazem apenas a experiência do banho de pato, isto é, mergulham e não se molha”.

A Mãe de Jesus desponta como exemplo insuperável de quem acolheu a vontade de Deus e se deixou modelar pela força da Palavra, transformando a própria vida num serviço/louvor vivo e agradável a Deus. Maria, ao acolher o Verbo no seu ventre, tornou-se não só tabernáculo de salvação, mas Mãe da divina Graça e a primeira discípula de Jesus. Sempre discreta, disponível e solícita, irradiava felicidade nas palavras e nas atitudes. Sua vida sempre foi animada pela fé, experiência imortalizada na proclamação do Magniticat (cf. Lc 1,46-55).



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Percebe-se que a presença de Maria Santíssima está profundamente enraizada na cultura e n’alma do nosso povo. O povo compreende que suprimir a figura da Mãe na vida da igreja significa “deletar” o mistério da encarnação do Verbo. Há heresia maior? Sem dúvidas, é motivo de grande felicidade podermos celebrar em comunidade a presença de Maria com tanta devoção, gratidão e fé.
No dia 12 de outubro é dia que os católicos prestam inúmeras homenagens em honra a Nossa Senhora Aparecida por todos os recantos do Brasil. Na Matriz Santo Antônio a comunidade acompanhou a celebração da Solenidade, às 19h30, apresentando e confiando a ela todas as dores, incertezas e padecimentos que passam seus filhos/as, especialmente as crianças que são vítimas da violência, do abandono e da fome.

A entronização da imagem foi acolhida pela comunidade com imensa alegria, fé e carinho. Graça a Deus somos todos “filhos/as da Mãe”. O Papa Francisco não dá margem para dúvidas: “Nós não somos órfãos, temos uma mãe! Nossa Senhora, é mãe Igreja e nossa mãe. Não somos órfãos, somos filhos da Igreja, somos filhos de Nossa Senhora e somos filhos das nossas mães”.

E para finalizar a celebração as crianças foram convidadas a se colocar em frente ao presbitério por ocasião do dia que elas também são homenageadas, Pe. Marcelo, abençoou individualmente a cada uma delas com a imposição de mãos.

No domingo (13), às 11h30, no Sítio Paraíso Silvestre, como acontece anualmente, foi celebrada a Missa em honra a Nossa Senhora Aparecida, organizada pela família Orlando e Sônia Socreppa, familiares e amigos que se reúnem para juntos louvar, agradecer e prestar homenagens a Nossa Senhora. O evento deste ano contou a participação de 222 pessoas. Uma beleza.

Pe. Roberto, presidiu a celebração e falou-nos da importância do acolhimento e do reconhecimento do amor de Deus revelado em Jesus e por Jesus. À luz do evangelho do dia (cf. Mc 10,17-30), o qual relata a dificuldade do homem rico de desapegar-se dos bens deste mundo e de aderir à proposta do evangelho, o padre foi enfático: “Que adianta saber a bíblia de cor, possuir vasto conhecimento doutrinário e teológico, se não praticar a caridade e abrir-se às exigências de conversão? Infelizmente, muitos cristãos participam das celebrações, de cultos e de tantos eventos religiosos, mas fazem apenas a experiência do banho de pato, isto é, mergulham e não se molha”.

A Mãe de Jesus desponta como exemplo insuperável de quem acolheu a vontade de Deus e se deixou modelar pela força da Palavra, transformando a própria vida num serviço/louvor vivo e agradável a Deus. Maria, ao acolher o Verbo no seu ventre, tornou-se não só tabernáculo de salvação, mas Mãe da divina Graça e a primeira discípula de Jesus. Sempre discreta, disponível e solícita, irradiava felicidade nas palavras e nas atitudes. Sua vida sempre foi animada pela fé, experiência imortalizada na proclamação do Magniticat (cf. Lc 1,46-55).



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