Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -A Celebração da Paixão do Senhor seguiu à risca as orientações do Missal: após o momento de prostração do celebrante diante do altar desnudo, deu-se início da Liturgia da Palavra, seguida da Oração Universal (primeira parte), da Adoração da Cruz (segunda parte) e da Comunhão (terceira parte), tudo acompanhado com profunda piedade e atenção dos fiéis. Uma celebração marcada pela emoção, pela dor solidária e pelo amor à Vida que não termina com a morte.
A celebração foi conduzida pelo Pároco, Pe. Roberto J. Gottardo, SJ, acolitado por Ministros e Coroinhas. Na homilia, o celebrante sublinhou que a morte cruenta do Filho de Deus foi uma monstruosidade que desgraçadamente se repete na história. Citou, por exemplo, o caso bárbaro que aconteceu nos últimos dias na cidade de Blumenau (SC), onde quatro crianças foram brutalmente assassinadas por um homem cruel e impiedoso, numa creche. Quanta dor! Quanta tristeza! Quanta bestialidade!

Ao falar do sofrimento atroz do Filho de Deus, deu ênfase especial aos momentos da flagelação e da crucificação de Jesus. De todas as mortes, a da cruz era a mais desumana, suplício infame, que no império romano aplicava aos escravos. Dos açoites à morte de cruz o sofrimento do Senhor foi e continua sendo indescritível.

Contudo, deixou claro que o maior ensinamento da Paixão do Senhor é o amor que salva. É o amor que transforma a vida. Jesus não teorizava, vivia o amor com intensidade e criatividade. Quando encontrava uma pessoa, não a julgava a partir das aparências porque o Seu amoroso coração não abrigava preconceitos. É o amor que nos liberta das cegueiras e muda o nosso olhar acerca do outro. É o amor que nos ajuda a desenterrar o céu que está em cada ser humano.
Jesus, sendo ele filho do Altíssimo, foi condenado e assassinado em nome do deus (ídolo) da religião. Morreu e preferiu ser sacrificado qual cordeiro que abdicar da confiança no Pai que é bom e se revela como amor. Jesus tinha uma convicção inabalável: quem confia na Misericórdia do Pai não há absolutamente nada a temer. O Deus de Jesus não age segundo os cálculos e os esquemas deste mundo. O Pai honra e confirma a obra do Filho, ressuscitando-o dos mortos. A última palavra acerca da vida e da morte não depende dos podres poderes deste mundo, mas é de Deus.
Comunidade Nossa Senhora de Lourdes
Após a celebração litúrgica da Paixão, deu-se início à procissão com o Senhor morto pelas ruas do entorno da igreja Matriz de Santo Antônio, com maciça participação fervorosa dos fiéis. Durante o percurso meditamos as Sete palavras de Cristo na Cruz, com grande proveito espiritual: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”; “Hoje estarás comigo no Paraíso”; “Mulher, eis aí o teu filho > Eis aí tua mãe”; “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”; “Tenho sede”; “Tudo está consumado” O encerramento aconteceu defronte da igreja. Indubitavelmente, um banho de espiritualidade bíblica e de fortes apelos à conversão.




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A Celebração da Paixão do Senhor seguiu à risca as orientações do Missal: após o momento de prostração do celebrante diante do altar desnudo, deu-se início da Liturgia da Palavra, seguida da Oração Universal (primeira parte), da Adoração da Cruz (segunda parte) e da Comunhão (terceira parte), tudo acompanhado com profunda piedade e atenção dos fiéis. Uma celebração marcada pela emoção, pela dor solidária e pelo amor à Vida que não termina com a morte.
A celebração foi conduzida pelo Pároco, Pe. Roberto J. Gottardo, SJ, acolitado por Ministros e Coroinhas. Na homilia, o celebrante sublinhou que a morte cruenta do Filho de Deus foi uma monstruosidade que desgraçadamente se repete na história. Citou, por exemplo, o caso bárbaro que aconteceu nos últimos dias na cidade de Blumenau (SC), onde quatro crianças foram brutalmente assassinadas por um homem cruel e impiedoso, numa creche. Quanta dor! Quanta tristeza! Quanta bestialidade!

Ao falar do sofrimento atroz do Filho de Deus, deu ênfase especial aos momentos da flagelação e da crucificação de Jesus. De todas as mortes, a da cruz era a mais desumana, suplício infame, que no império romano aplicava aos escravos. Dos açoites à morte de cruz o sofrimento do Senhor foi e continua sendo indescritível.

Contudo, deixou claro que o maior ensinamento da Paixão do Senhor é o amor que salva. É o amor que transforma a vida. Jesus não teorizava, vivia o amor com intensidade e criatividade. Quando encontrava uma pessoa, não a julgava a partir das aparências porque o Seu amoroso coração não abrigava preconceitos. É o amor que nos liberta das cegueiras e muda o nosso olhar acerca do outro. É o amor que nos ajuda a desenterrar o céu que está em cada ser humano.

Jesus, sendo ele filho do Altíssimo, foi condenado e assassinado em nome do deus (ídolo) da religião. Morreu e preferiu ser sacrificado qual cordeiro que abdicar da confiança no Pai que é bom e se revela como amor. Jesus tinha uma convicção inabalável: quem confia na Misericórdia do Pai não há absolutamente nada a temer. O Deus de Jesus não age segundo os cálculos e os esquemas deste mundo. O Pai honra e confirma a obra do Filho, ressuscitando-o dos mortos. A última palavra acerca da vida e da morte não depende dos podres poderes deste mundo, mas é de Deus.

Comunidade Nossa Senhora de Lourdes
Após a celebração litúrgica da Paixão, deu-se início à procissão com o Senhor morto pelas ruas do entorno da igreja Matriz de Santo Antônio, com maciça participação fervorosa dos fiéis. Durante o percurso meditamos as Sete palavras de Cristo na Cruz, com grande proveito espiritual: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”; “Hoje estarás comigo no Paraíso”; “Mulher, eis aí o teu filho > Eis aí tua mãe”; “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”; “Tenho sede”; “Tudo está consumado” O encerramento aconteceu defronte da igreja. Indubitavelmente, um banho de espiritualidade bíblica e de fortes apelos à conversão.





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