Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -Com a celebração da Quarta-feira de Cinzas (14), teve início o tempo litúrgico da Quaresma, um período de quarenta dias cujo horizonte é a festa da Páscoa do Senhor. Tempo oportuno para se reconciliar com Deus e com os irmãos. Na Paróquia Santo Antônio foram celebradas quatro missas com grande participação de fiéis, na Matriz às 6h15, às 15 e às 19h30 e na comunidade Todos os Santos, às 19h30.
À Missa da noite na Matriz foi presidida pelo pároco Pe. Roberto J. Gottardo,SJ. Em sua reflexão falou sobre a oportunidade que a Igreja nos oferece para nos convertermos ao evangelho de Jesus. É o próprio Deus que, através da profecia de Joel, pede: “Voltai para mim com todo o coração, com jejuns, lágrimas e lamentos. Rasguem os vossos corações e não as vossas roupas, voltem para o Senhor vosso Deus, porque ele é misericordioso e inclinado a perdoar” (cf. Joel 2, 12-13).

Com o rito da Imposição das Cinzas no qual os fiéis são esparzidos com cinzas sobre a cabeça, é lembrado o programa do tempo litúrgico da Quaresma: “Convertei-vos e crede no Evangelho” (cf. Mc 1,15) ou “Lembra-te que és pó e ao pó voltarás” (cf. Gn 3,29), Pe. Roberto pontuou: “o símbolo da cinza intenciona recordar a todos a brevidade da nossa vida como também a falibilidade humana, como também a misericórdia de Deus que sempre nos perdoa fazendo-nos passar da cinza à luz”.

Sobre o evangelho do dia o pároco sublinhou os três pilares da religião judaica: a esmola, a oração e o jejum (Mt 6,1-6. 16-18). Ajudou a assembleia a meditar ao enfatizar que “as práticas religiosas para serem verdadeiramente credíveis e agradáveis a Deus devem ser expressão da sinceridade do coração. Se são praticadas por vaidade e/ou com segundas intenções é hipocrisia, exibicionismo e fingimento.

Precisamos ter muito cuidado com o mundo das aparências, pois, “nem tudo que reluz é ouro” diziam os antigos. “Acautelai-vos dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores” (cf. Mt 7,15). Lembrou-nos de uma belíssima frase atribuída a São Francisco de Assis: “Tome cuidado com a sua vida, talvez ela seja o único evangelho que as pessoas leiam”, ou seja, não devemos fazer propaganda enganosa.
Rezemos para que os exercícios quaresmais: a caridade, o jejum e a oração, sejam agradáveis a Deus e remédio para nossa caminhada de cristãos/ãs. São Paulo pede à comunidade de Corinto para não tornar vã a graça de Deus e diz: “O momento favorável é o agora, o dia da salvação é agora” (cf. 1Cor 6,2). O advérbio de Deus é o hoje.
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Com a celebração da Quarta-feira de Cinzas (14), teve início o tempo litúrgico da Quaresma, um período de quarenta dias cujo horizonte é a festa da Páscoa do Senhor. Tempo oportuno para se reconciliar com Deus e com os irmãos. Na Paróquia Santo Antônio foram celebradas quatro missas com grande participação de fiéis, na Matriz às 6h15, às 15 e às 19h30 e na comunidade Todos os Santos, às 19h30.
À Missa da noite na Matriz foi presidida pelo pároco Pe. Roberto J. Gottardo,SJ. Em sua reflexão falou sobre a oportunidade que a Igreja nos oferece para nos convertermos ao evangelho de Jesus. É o próprio Deus que, através da profecia de Joel, pede: “Voltai para mim com todo o coração, com jejuns, lágrimas e lamentos. Rasguem os vossos corações e não as vossas roupas, voltem para o Senhor vosso Deus, porque ele é misericordioso e inclinado a perdoar” (cf. Joel 2, 12-13).

Com o rito da Imposição das Cinzas no qual os fiéis são esparzidos com cinzas sobre a cabeça, é lembrado o programa do tempo litúrgico da Quaresma: “Convertei-vos e crede no Evangelho” (cf. Mc 1,15) ou “Lembra-te que és pó e ao pó voltarás” (cf. Gn 3,29), Pe. Roberto pontuou: “o símbolo da cinza intenciona recordar a todos a brevidade da nossa vida como também a falibilidade humana, como também a misericórdia de Deus que sempre nos perdoa fazendo-nos passar da cinza à luz”.

Sobre o evangelho do dia o pároco sublinhou os três pilares da religião judaica: a esmola, a oração e o jejum (Mt 6,1-6. 16-18). Ajudou a assembleia a meditar ao enfatizar que “as práticas religiosas para serem verdadeiramente credíveis e agradáveis a Deus devem ser expressão da sinceridade do coração. Se são praticadas por vaidade e/ou com segundas intenções é hipocrisia, exibicionismo e fingimento.

Precisamos ter muito cuidado com o mundo das aparências, pois, “nem tudo que reluz é ouro” diziam os antigos. “Acautelai-vos dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores” (cf. Mt 7,15). Lembrou-nos de uma belíssima frase atribuída a São Francisco de Assis: “Tome cuidado com a sua vida, talvez ela seja o único evangelho que as pessoas leiam”, ou seja, não devemos fazer propaganda enganosa.
Rezemos para que os exercícios quaresmais: a caridade, o jejum e a oração, sejam agradáveis a Deus e remédio para nossa caminhada de cristãos/ãs. São Paulo pede à comunidade de Corinto para não tornar vã a graça de Deus e diz: “O momento favorável é o agora, o dia da salvação é agora” (cf. 1Cor 6,2). O advérbio de Deus é o hoje.
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