Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -A Paróquia Santo Antônio caprichou e fez bonito na abertura da Semana Nacional da Família, com singelas homenagens aos Pais. Na missa das 8h, na Comunidade Matriz a homenagem aos pais ficou por conta das crianças da Infância e Adolescência Missionária com uma linda canção e ao final distribuíram aos pais uma lembrancinha.
A celebração das 17h o momento marcante foi a acolhida às famílias e aos catequizandos da primeira etapa da Iniciação a Vida Cristã (IVC), Pe. Marcelo P. da Costa,SJ, presidente da celebração falou que os pais necessariamente precisam com o seu exemplo caminhar e estar juntos com os filhos na caminhada da IVC e assim aprenderem juntos para fortalecerem a sua vivência na fé. E para que a criança mais tarde aprenda a confiar e amar Deus, primeiramente elas devem se sentir amadas e protegidas pelos pais.

A celebração da Eucaristia das 19h30 na Matriz ficou por conta de Pe. Roberto J. Gottardo,SJ, que inicialmente lembrou o dia abençoado e feliz vivido principalmente por aqueles que podem celebrar o Dia dos Pais em família e como família e fez memória daqueles pais que já cumpriram a sua missão e se encontram no coração de Deus.

Pe. Gottardo, em determinado momento da homilia, falou-nos que assim como Pedro deu alguns passos sobre as águas do mar, no pensamento bíblico uma prerrogativa exclusiva de Deus, nós também podemos fazê-lo; somos filhos de Deus e recebemos o seu Espírito. O problema é que somos pessoas “de pouca fé”. Pedro e demais foram intimados por Jesus a entrarem na barca e a enfrentarem os monstros interiores, rasgando o mar tempestuoso (medos e fantasmas).

Sobre o pânico/medo de Pedro ao dar-se conta que estava afundando, o padre disse: “O medo é uma experiência vital; porém é mortal deixar-se paralisar por ele. O medo congela a alma e entorpece o espírito... Todos tememos a doença, a desonra, a vergonha, a morte, o pavor de perder o partner ou o emprego. Todos tememos cometer erros, falir, tornar público aquilo que somos e pensamos de fato. Como Pedro devemos aprender e reconhecer os nossos medos, dar-lhes o nome, não escondê-lo no interior das nossas ‘barquinhas’, acolher os dons e os limites pessoais. Devemos aprender que o medo é um aviso de um perigo iminente, mas este não deve comprometer o dinamismo do espírito. Não obstante as sombras do medo nos acompanhar, devemos prosseguir no caminho. Em muitas situações devemos entender que ‘mudar é difícil não mudar é fatal’” (Pollard).

E para finalizar a celebração Pe. Roberto solicitou a um pai presente na assembleia juntamente com a sua esposa e filha para ler a “Oração pelos pais”. Em seguida, ministrou a benção especial a todos os pais presentes na celebração. Dentre os tantos “tesouros” que Deus confiou aos pais está a responsabilidade dos pais de serem referência de autoridade na família. A autoridade de um pai, como de qualquer autoridade, é consequência da coerência entre os ensinamentos e a prática ordinária. Os filhos percebem e cobram. Que adianta um pai obrigar o filho a frequentar a comunidade (igreja), por exemplo, se ele não participa, alimenta vícios e é gerador de conflitos dentro de casa?

Vale registrar que nas celebrações da Matriz (8h, 17h e 19h30) foi oferecido aos Pais um farto lanche regado com música, sorteio de brindes e muita animação. Um momento maravilhoso de confraternização e de convivência. Tudo foi idealizado e organizado com esmero e muito carinho pela Pastoral Familiar. Nossa imensa gratidão às pessoas/famílias que contribuírem com as doações. Uma beleza!

Oremos para que os Pais possam assumir com alegria a paternidade confiada a eles com muita responsabilidade, sabedoria, gratidão e amor... Que o discreto e eficaz exemplo de paternidade de São José possa inspirá-los e fortalece-los na nobre missão de chefes e guardiães da família!





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A Paróquia Santo Antônio caprichou e fez bonito na abertura da Semana Nacional da Família, com singelas homenagens aos Pais. Na missa das 8h, na Comunidade Matriz a homenagem aos pais ficou por conta das crianças da Infância e Adolescência Missionária com uma linda canção e ao final distribuíram aos pais uma lembrancinha.
A celebração das 17h o momento marcante foi a acolhida às famílias e aos catequizandos da primeira etapa da Iniciação a Vida Cristã (IVC), Pe. Marcelo P. da Costa,SJ, presidente da celebração falou que os pais necessariamente precisam com o seu exemplo caminhar e estar juntos com os filhos na caminhada da IVC e assim aprenderem juntos para fortalecerem a sua vivência na fé. E para que a criança mais tarde aprenda a confiar e amar Deus, primeiramente elas devem se sentir amadas e protegidas pelos pais.

A celebração da Eucaristia das 19h30 na Matriz ficou por conta de Pe. Roberto J. Gottardo,SJ, que inicialmente lembrou o dia abençoado e feliz vivido principalmente por aqueles que podem celebrar o Dia dos Pais em família e como família e fez memória daqueles pais que já cumpriram a sua missão e se encontram no coração de Deus.

Pe. Gottardo, em determinado momento da homilia, falou-nos que assim como Pedro deu alguns passos sobre as águas do mar, no pensamento bíblico uma prerrogativa exclusiva de Deus, nós também podemos fazê-lo; somos filhos de Deus e recebemos o seu Espírito. O problema é que somos pessoas “de pouca fé”. Pedro e demais foram intimados por Jesus a entrarem na barca e a enfrentarem os monstros interiores, rasgando o mar tempestuoso (medos e fantasmas).

Sobre o pânico/medo de Pedro ao dar-se conta que estava afundando, o padre disse: “O medo é uma experiência vital; porém é mortal deixar-se paralisar por ele. O medo congela a alma e entorpece o espírito... Todos tememos a doença, a desonra, a vergonha, a morte, o pavor de perder o partner ou o emprego. Todos tememos cometer erros, falir, tornar público aquilo que somos e pensamos de fato. Como Pedro devemos aprender e reconhecer os nossos medos, dar-lhes o nome, não escondê-lo no interior das nossas ‘barquinhas’, acolher os dons e os limites pessoais. Devemos aprender que o medo é um aviso de um perigo iminente, mas este não deve comprometer o dinamismo do espírito. Não obstante as sombras do medo nos acompanhar, devemos prosseguir no caminho. Em muitas situações devemos entender que ‘mudar é difícil não mudar é fatal’” (Pollard).

E para finalizar a celebração Pe. Roberto solicitou a um pai presente na assembleia juntamente com a sua esposa e filha para ler a “Oração pelos pais”. Em seguida, ministrou a benção especial a todos os pais presentes na celebração. Dentre os tantos “tesouros” que Deus confiou aos pais está a responsabilidade dos pais de serem referência de autoridade na família. A autoridade de um pai, como de qualquer autoridade, é consequência da coerência entre os ensinamentos e a prática ordinária. Os filhos percebem e cobram. Que adianta um pai obrigar o filho a frequentar a comunidade (igreja), por exemplo, se ele não participa, alimenta vícios e é gerador de conflitos dentro de casa?

Vale registrar que nas celebrações da Matriz (8h, 17h e 19h30) foi oferecido aos Pais um farto lanche regado com música, sorteio de brindes e muita animação. Um momento maravilhoso de confraternização e de convivência. Tudo foi idealizado e organizado com esmero e muito carinho pela Pastoral Familiar. Nossa imensa gratidão às pessoas/famílias que contribuírem com as doações. Uma beleza!

Oremos para que os Pais possam assumir com alegria a paternidade confiada a eles com muita responsabilidade, sabedoria, gratidão e amor... Que o discreto e eficaz exemplo de paternidade de São José possa inspirá-los e fortalece-los na nobre missão de chefes e guardiães da família!





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