Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -No dia 02 de novembro a Igreja celebra o Dia de Finados, um dia propício para rezarmos pelos entes queridos e também ocasião para demonstrarmos amor por quem já peregrinou e cumpriu a missão neste mundo. “A lembrança dos mortos sem a oração, é uma lembrança fria, um triste pensamento. É uma exploração do nada. Porém com a oração, é um vento que sopra em direção a Deus, é uma ascensão nas asas da esperança” (Pe Sertillanges).
A celebração da missa das 16h no Cemitério Municipal de Sinop, a cargo da Paróquia Santo Antônio foi presidida pelo pároco Pe. Roberto J. Gottardo,SJ. Em sua homilia destacou que a centralidade do Dia de Finados é a certeza da ressurreição de Cristo, e não a tristeza sepulcral. “Se Cristo não ressuscitou vã é a nossa fé” (cf. 1Cor 15,17) e citou uma frase muito significativa do poeta cuiabano, Manoel de Barros: “Nós não caminhamos para o fim, caminhamos para as origens”.

À luz do fato celebrado deu bastante ênfase ao artigo de fé “Creio na Comunhão dos Santos” e falou da importância de vez em quando visitar o cemitério (o ente querido não está lá, mas sim os “restos mortais”, foi a última morada daquele corpo, templo do Espírito Santo) e “fazer memória” da vida e da presença daquela pessoa, soprando as brasas da saudade. Muitas reminiscências adormecidas vêm à tona. “Aquilo que a memória ama permanece eterno” (A. Prado).

Contemplando a realidade lúgubre do cemitério (= “dormitório”) e com o tempo prometendo chuva, antes da benção final o padre lembrou da famosa frase em latim que consta em lápides antigas: Hodie mihi, cras tibi ("hoje a mim, amanhã a ti"). Fez alusão também a Capela dos Ossos, um dos mais conhecidos monumentos de Évora (Portugal) que integra o Convento e Igreja de São Francisco de Évora que, para lembrar da brevidade desta vida na entrada está estampado o célebre aviso: "Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos". Que essa dura sentença demore muito a se consumar!

Por fim rezou por todos os fiéis defuntos: Ó Deus, brilhe para eles a Vossa luz. Que vivam para sempre com os Santos e Anjos e na companhia do Bom Pastor. Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno no esplendor da luz perpétua. Amém.

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No dia 02 de novembro a Igreja celebra o Dia de Finados, um dia propício para rezarmos pelos entes queridos e também ocasião para demonstrarmos amor por quem já peregrinou e cumpriu a missão neste mundo. “A lembrança dos mortos sem a oração, é uma lembrança fria, um triste pensamento. É uma exploração do nada. Porém com a oração, é um vento que sopra em direção a Deus, é uma ascensão nas asas da esperança” (Pe Sertillanges).
A celebração da missa das 16h no Cemitério Municipal de Sinop, a cargo da Paróquia Santo Antônio foi presidida pelo pároco Pe. Roberto J. Gottardo,SJ. Em sua homilia destacou que a centralidade do Dia de Finados é a certeza da ressurreição de Cristo, e não a tristeza sepulcral. “Se Cristo não ressuscitou vã é a nossa fé” (cf. 1Cor 15,17) e citou uma frase muito significativa do poeta cuiabano, Manoel de Barros: “Nós não caminhamos para o fim, caminhamos para as origens”.

À luz do fato celebrado deu bastante ênfase ao artigo de fé “Creio na Comunhão dos Santos” e falou da importância de vez em quando visitar o cemitério (o ente querido não está lá, mas sim os “restos mortais”, foi a última morada daquele corpo, templo do Espírito Santo) e “fazer memória” da vida e da presença daquela pessoa, soprando as brasas da saudade. Muitas reminiscências adormecidas vêm à tona. “Aquilo que a memória ama permanece eterno” (A. Prado).

Contemplando a realidade lúgubre do cemitério (= “dormitório”) e com o tempo prometendo chuva, antes da benção final o padre lembrou da famosa frase em latim que consta em lápides antigas: Hodie mihi, cras tibi ("hoje a mim, amanhã a ti"). Fez alusão também a Capela dos Ossos, um dos mais conhecidos monumentos de Évora (Portugal) que integra o Convento e Igreja de São Francisco de Évora que, para lembrar da brevidade desta vida na entrada está estampado o célebre aviso: "Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos". Que essa dura sentença demore muito a se consumar!

Por fim rezou por todos os fiéis defuntos: Ó Deus, brilhe para eles a Vossa luz. Que vivam para sempre com os Santos e Anjos e na companhia do Bom Pastor. Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno no esplendor da luz perpétua. Amém.

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