Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -Duas notas sobre as celebrações do último fim de semana (7-8/10) relativas ao 27º Domingo do Tempo Comum. No sábado, na missa das 19h30, na igreja Matriz, presidida por Pe. Roberto J. Gottardo,SJ, contou com a presença dos casais do ECC e de modo especial dos servos campistas que estão se preparando para o 3º Acampamento da Paróquia Santo Antônio que se avizinha.
Antes da benção final foi feita uma singela homenagem ao Donizete Rupolo, uma pessoa muito querida que há vinte anos contribui com a vida pastoral da Paróquia. É advogado e um dos coordenadores do Acampamento juntamente com a senhora Telma Murilho. Ele está partindo para a Tailândia para encontrar-se com Jariya, uma moça (professora) que conheceu através da Internet e mora na Tailândia, um país do Sudeste Asiático, sendo um dos países mais populosos do mundo e é conhecida como “Terra do sorriso” em razão da simpatia e hospitalidade daquele povo. Ele já esteve lá visitando-a e resolveram ter um relacionamento mais sério, ele pretende ficar morando lá por seis meses, com a possibilidade de trazê-la em abril para conhecer Sinop. Pe. Roberto ministrou uma bênção especial e desejou-lhe felicidade nessa fantástica aventura. Realmente “amar é ultrapassar-se”, disse o padre.

No domingo Pe. Roberto presidiu a missa na Chácara da família do senhor Orlando e Sônia Socreppa. Todos os anos eles reúnem os familiares e amigos/as para celebrar a festa de Nossa Senhora Aparecida, favorecendo assim maravilhosa experiência de confraternização sob o manto da Mãe Aparecida. Na missa foi lembrado, com gratidão e alegria, o aniversário de um ano de matrimônio de Orlando Júnior e Luíza, assim como os 9 anos de matrimônio de Leticiane e Paulo Henrique, os 43 anos do matrimônio do casal anfitrião. Cerca de duzentas pessoas participaram do evento.

Ao pontuar alguns aspectos preciosos do dramático evangelho (cf. Mt 21,33-43) Pe. Gottardo se reportou ao profeta Isaias: “A vinha do Senhor é a casa de Israel, e o povo de Judá, sua dileta plantação; eu esperava deles frutos de justiça, e eis injustiça; esperava obras de bondade, e eis iniquidade” (cf. Is 5,7). Jesus se insurge com veemência contra as autoridades de Israel porque elas distorceram completamente a imagem de Deus transformando-o num patrão vingativo e a religião em mercadoria, uma vez que o templo, que deveria ser casa de oração, tinha se tornado casa de comércio e covil de ladrões (cf. Mt 21,12-13). Por isso o desfecho não poderia ser acachapante: “o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos”.

Segundo o padre, há um dado claríssimo e indubitável na parábola: a terra arrendada pertence ao proprietário. Porém os vinhateiros se esqueceram deste dado fundamental e se apropriaram da vinha, assassinando os mensageiros de Deus, incluindo o filho. À luz do pensamento bíblico podemos afirmar que nada é nosso, tudo é de Deus (proprietário). Aquilo que pertence a Deus é direito de todos; ninguém pode considerar propriedade sua o que é dom, o que é fruto do amor e da graça de Deus. “Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos... O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca” (A. Saint-Exupéry).
A Vinha do Senhor originariamente é a casa de Israel, mas pode ser a Igreja, a família, a minha vida, e no sentido macro, o planeta. Estamos cuidando desses dons como Deus deseja? Que frutos estamos produzindo? Que frutos Deus deseja que produzamos? Neste sentido o padre perguntou à assembleia reunida. As respostas foram bem interessantes: a caridade, a justiça, o perdão, a humildade, a partilha, a misericórdia, a fé, etc. Deus não fica feliz se produzimos uvas amargas e ácidas, ou seja, frutos impróprios para se produzir bom vinho.

Para finalizar foi cantado “Dai-nos a benção” e ministrada uma bênção especial à família Socreppa sob os auspícios da imagem de Nossa Senhora Aparecida. Em seguida, foi servido um saboroso almoço regado com música, alegria, conversas. Uma festa.


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Duas notas sobre as celebrações do último fim de semana (7-8/10) relativas ao 27º Domingo do Tempo Comum. No sábado, na missa das 19h30, na igreja Matriz, presidida por Pe. Roberto J. Gottardo,SJ, contou com a presença dos casais do ECC e de modo especial dos servos campistas que estão se preparando para o 3º Acampamento da Paróquia Santo Antônio que se avizinha.
Antes da benção final foi feita uma singela homenagem ao Donizete Rupolo, uma pessoa muito querida que há vinte anos contribui com a vida pastoral da Paróquia. É advogado e um dos coordenadores do Acampamento juntamente com a senhora Telma Murilho. Ele está partindo para a Tailândia para encontrar-se com Jariya, uma moça (professora) que conheceu através da Internet e mora na Tailândia, um país do Sudeste Asiático, sendo um dos países mais populosos do mundo e é conhecida como “Terra do sorriso” em razão da simpatia e hospitalidade daquele povo. Ele já esteve lá visitando-a e resolveram ter um relacionamento mais sério, ele pretende ficar morando lá por seis meses, com a possibilidade de trazê-la em abril para conhecer Sinop. Pe. Roberto ministrou uma bênção especial e desejou-lhe felicidade nessa fantástica aventura. Realmente “amar é ultrapassar-se”, disse o padre.

No domingo Pe. Roberto presidiu a missa na Chácara da família do senhor Orlando e Sônia Socreppa. Todos os anos eles reúnem os familiares e amigos/as para celebrar a festa de Nossa Senhora Aparecida, favorecendo assim maravilhosa experiência de confraternização sob o manto da Mãe Aparecida. Na missa foi lembrado, com gratidão e alegria, o aniversário de um ano de matrimônio de Orlando Júnior e Luíza, assim como os 9 anos de matrimônio de Leticiane e Paulo Henrique, os 43 anos do matrimônio do casal anfitrião. Cerca de duzentas pessoas participaram do evento.

Ao pontuar alguns aspectos preciosos do dramático evangelho (cf. Mt 21,33-43) Pe. Gottardo se reportou ao profeta Isaias: “A vinha do Senhor é a casa de Israel, e o povo de Judá, sua dileta plantação; eu esperava deles frutos de justiça, e eis injustiça; esperava obras de bondade, e eis iniquidade” (cf. Is 5,7). Jesus se insurge com veemência contra as autoridades de Israel porque elas distorceram completamente a imagem de Deus transformando-o num patrão vingativo e a religião em mercadoria, uma vez que o templo, que deveria ser casa de oração, tinha se tornado casa de comércio e covil de ladrões (cf. Mt 21,12-13). Por isso o desfecho não poderia ser acachapante: “o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos”.

Segundo o padre, há um dado claríssimo e indubitável na parábola: a terra arrendada pertence ao proprietário. Porém os vinhateiros se esqueceram deste dado fundamental e se apropriaram da vinha, assassinando os mensageiros de Deus, incluindo o filho. À luz do pensamento bíblico podemos afirmar que nada é nosso, tudo é de Deus (proprietário). Aquilo que pertence a Deus é direito de todos; ninguém pode considerar propriedade sua o que é dom, o que é fruto do amor e da graça de Deus. “Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos... O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca” (A. Saint-Exupéry).

A Vinha do Senhor originariamente é a casa de Israel, mas pode ser a Igreja, a família, a minha vida, e no sentido macro, o planeta. Estamos cuidando desses dons como Deus deseja? Que frutos estamos produzindo? Que frutos Deus deseja que produzamos? Neste sentido o padre perguntou à assembleia reunida. As respostas foram bem interessantes: a caridade, a justiça, o perdão, a humildade, a partilha, a misericórdia, a fé, etc. Deus não fica feliz se produzimos uvas amargas e ácidas, ou seja, frutos impróprios para se produzir bom vinho.

Para finalizar foi cantado “Dai-nos a benção” e ministrada uma bênção especial à família Socreppa sob os auspícios da imagem de Nossa Senhora Aparecida. Em seguida, foi servido um saboroso almoço regado com música, alegria, conversas. Uma festa.



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