Eis a Luz de Cristo!

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O Tríduo Pascal encontra seu ápice na celebração da Vigília Pascal, conhecida pelos fiéis como “Sábado de Aleluia” e/ou “a Mãe de todas as Vigílias”. O Sábado Santo é marcado pelo silêncio e pela grande expectativa da ressureição do Cristo que vive e reina no coração de quem ama. 

O sentido da Vigília é muito bem delineado pelas rubricas do Missal Romano: “Nesta noite santa, em que nosso Senhor Jesus Cristo passou da morte à vida, a Igreja convida os seus filhos dispersos por toda a terra a se reunirem em vigília e oração. Se comemorarmos a Páscoa do Senhor ouvindo sua palavra e celebrando seus mistérios, podemos ter a firme esperança de participar do seu triunfo sobre a morte e de sua vida em Deus”.


A Liturgia da Vigília é riquíssima. Toda ela é pontilhada por sinais, gestos, símbolos, leituras, etc. que permite os fiéis fazerem a imersão no oceano da misericórdia de Deus das suas origens até o sepulcro, da criação até a redenção. A tônica da noite pascal é a alegria: “Alegrai-vos! Cristo ressuscitou!”. 


A parte inicial da celebração da Vigília Pascal, na comunidade Matriz de Santo Antônio aconteceu fora da igreja, com a benção do fogo novo e o acendimento do Círio Pascal. Antes de iniciar a procissão todos os presentes que portavam velas tiverem a possibilidade de acendê-las e caminhar para o interior da igreja, que estava na penumbra. 

Após a Proclamação da Páscoa (Exulte), deu-se início à liturgia da Palavra até culminar com a homilia. A celebração prossegue com a benção da água e o batizado de 8 Catecúmenos (Iniciação à Vida Cristã de Adultos) e a renovação das Promessas Batismais de todos os fiéis presentes, de pé e com as velas acessas. Na sequência toda a comunidade foi aspergida com a água, a fim, de que o Espírito Santo por essa água possa lavar a antiga culpa do batismo e renascermos pela água e pelo Espírito Santo para uma vida nova em Cristo.  
A grande e memorável celebração Pascal prosseguiu com a liturgia eucarística. Da liturgia da Vigília aprendemos que Cristo “foi crucificado, morto e sepultado… Seu corpo sem vida foi depositado no sepulcro. Mas, a pedra sepulcral não representou o desfecho definitivo da sua obra. A última palavra não pertence à falsidade, ao ódio e à prepotência. A última palavra será pronunciada pelo Amor, que é mais forte do que a morte” (Via Sacra do Vaticano).


E na sequência da liturgia do Primeiro Domingo de Páscoa, cantamos: “ A morte e a vida travaram um admirável combate: Depois de morto, vive e reina o Autor da vida”. Que o feliz anúncio: “Eis a Luz de Cristo” ecoe por todos os cantos da terra!   


FELIZ E ABENÇOADA PÁSCOA!







Comunidade Todos os Santos

 
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