Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -As equipes litúrgicas da Paróquia Santo Antônio de Sinop, estiveram reunidas ontem (25), na sala Santa Maria da Comunidade Matriz, das 19h30 às 21h30, para um momento formativo oferecido pelo nosso pároco, Pe. Roberto J. Gottardo, SJ. A ocasião serviu também para pontuar algumas fragilidades que ocorrem nas celebrações litúrgicas bem como corrigi-las, e assim oferecer o melhor que podemos porque a Liturgia permite o acesso “ao maior tesouro da nossa Igreja”, como sublinhou em sua fala inicial Pe. Roberto.
A formação versou sobre o documento a Carta Apostólica intitulada Desiderio Desideravi, “desejei ardentemente comer esta páscoa antes de sofrer” (cf. Lc 22,15). O Pontífice entende que o desejo ardente de Jesus em comer a ceia com os discípulos é o fundamento da liturgia e a atualiza no aqui e agora da história.
O Papa esclarece que a Carta é um instrumento que visa oferecer reflexões “para contemplar a beleza e a verdade da celebração cristã”. O documento possui três eixos condutores: reavivar o assombro diante da beleza e da verdade da celebração, promover uma formação litúrgica autêntica e reconhecer a importância da ars celebrandi (arte de celebrar).

Pe. Gottardo lembrou que devemos nos ocupar com uma liturgia que produz encantamento e comprometimento com o fato celebrado. Todos devem se cuidar com as tentações tanto do rubricismo como da superficialidade, ou seja, algo mecânico, sem preparo, com os mesmos cantos, devemos ser curiosos, termos mente arejada e desejosa de formação contínua.
Na celebração litúrgica jamais devemos esquecer quem é o protagonista e quem deve aparecer, Jesus Cristo que age na força do Espírito Santo em profunda comunhão com o Pai. As celebrações se tornam chatas e sem vida quando o padre ou alguém quer inventar coisas e desvia a assembleia litúrgica do principal. Não é autêntica uma celebração que não evangeliza, assim como não é autêntico um anúncio que não leva ao encontro com o Ressuscitado na celebração.

Pe. Roberto, pontuou apensas alguns tópicos dos 65 que o documento apresenta, mas todos saíram animados e motivados a se deixarem tocar e ser inspirados pelo Espírito de Cristo para fazer celebrações cada vez melhores e encarnadas na realidade. Agradeceu não somente a presença de todos, mas também o bem que fazem como colaboradores da graça de Deus nas respectivas comunidades. Deus seja louvado.
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As equipes litúrgicas da Paróquia Santo Antônio de Sinop, estiveram reunidas ontem (25), na sala Santa Maria da Comunidade Matriz, das 19h30 às 21h30, para um momento formativo oferecido pelo nosso pároco, Pe. Roberto J. Gottardo, SJ. A ocasião serviu também para pontuar algumas fragilidades que ocorrem nas celebrações litúrgicas bem como corrigi-las, e assim oferecer o melhor que podemos porque a Liturgia permite o acesso “ao maior tesouro da nossa Igreja”, como sublinhou em sua fala inicial Pe. Roberto.
A formação versou sobre o documento a Carta Apostólica intitulada Desiderio Desideravi, “desejei ardentemente comer esta páscoa antes de sofrer” (cf. Lc 22,15). O Pontífice entende que o desejo ardente de Jesus em comer a ceia com os discípulos é o fundamento da liturgia e a atualiza no aqui e agora da história.
O Papa esclarece que a Carta é um instrumento que visa oferecer reflexões “para contemplar a beleza e a verdade da celebração cristã”. O documento possui três eixos condutores: reavivar o assombro diante da beleza e da verdade da celebração, promover uma formação litúrgica autêntica e reconhecer a importância da ars celebrandi (arte de celebrar).

Pe. Gottardo lembrou que devemos nos ocupar com uma liturgia que produz encantamento e comprometimento com o fato celebrado. Todos devem se cuidar com as tentações tanto do rubricismo como da superficialidade, ou seja, algo mecânico, sem preparo, com os mesmos cantos, devemos ser curiosos, termos mente arejada e desejosa de formação contínua.
Na celebração litúrgica jamais devemos esquecer quem é o protagonista e quem deve aparecer, Jesus Cristo que age na força do Espírito Santo em profunda comunhão com o Pai. As celebrações se tornam chatas e sem vida quando o padre ou alguém quer inventar coisas e desvia a assembleia litúrgica do principal. Não é autêntica uma celebração que não evangeliza, assim como não é autêntico um anúncio que não leva ao encontro com o Ressuscitado na celebração.

Pe. Roberto, pontuou apensas alguns tópicos dos 65 que o documento apresenta, mas todos saíram animados e motivados a se deixarem tocar e ser inspirados pelo Espírito de Cristo para fazer celebrações cada vez melhores e encarnadas na realidade. Agradeceu não somente a presença de todos, mas também o bem que fazem como colaboradores da graça de Deus nas respectivas comunidades. Deus seja louvado.
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