Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -Na última quinta-feira (08), objetivando qualificar os novos Ministros (MESCEs), o pároco Pe. Roberto, juntamente com os coordenadores Leandro e Amélia, resolveram oferecer aos MESCES interessados, um momento formativo que se sintam mais seguros e preparados para conduzir uma Celebração de Exéquias. A formação foi estendida aos MESCEs de todas as comunidades da Paróquia: matriz Santo Antônio, Todos os Santos, Nossa Senhora de Lourdes e Gleba Mercedes V.
É indiscutível a importância da presença da Igreja no momento da despedida de um entre querido, invariavelmente, marcado por muita dor, saudade e lágrimas em profusão, O ministério da Igreja visa tanto exprimir a comunhão eficaz com a família enlutada do ente que parte como também “encomendá-lo” à comunidade dos Santos na Jerusalém celeste. É dever da comunidade cristã oferecer a solidariedade fraterna e a oração àqueles que estão entristecidos com a morte.
O casal Ricardo Zocolaro e Marcela, ministraram a formação a todos os interessados, visando aprofundar o conhecimento aos MESCEs que compareceram (o ideal seria que todos participassem, mas muitos têm medo!). Para efeitos didáticos Zocolaro, visando favorecer maior concretude à formação providenciou junto a uma Funerária da cidade um ataúde (“caixão”) com o estandarte, etc.

No interior do caixão havia um espelho, e todos foram convidados a se levantar, deslocar-se até o caixão e a olhar para o defunto espelhado no fundo. Que susto! Um modo criativo e leve para afugentar o terror que muitos sentem quando o assunto é relativo à morte.

Além de apresentar alguns aspectos teóricos sobre a Pastoral da Esperança, o casal que ministrou a formação teve a bondade de fazer uma simulação do como se deve conduzir uma celebração das exéquias, com exemplos, partilha de experiências e alguns cuidados. E como foi bom e instrutivo!

Como é difícil encarar a realidade da morte! Via de regra a fé na ressurreição é muito superficial e vaga. É aquela história: todo querem ir para o céu, mas ninguém quer morrer. À luz da fé, o cristão deve compreender que “a vida não é tirada, mas transformada”.
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Na última quinta-feira (08), objetivando qualificar os novos Ministros (MESCEs), o pároco Pe. Roberto, juntamente com os coordenadores Leandro e Amélia, resolveram oferecer aos MESCES interessados, um momento formativo que se sintam mais seguros e preparados para conduzir uma Celebração de Exéquias. A formação foi estendida aos MESCEs de todas as comunidades da Paróquia: matriz Santo Antônio, Todos os Santos, Nossa Senhora de Lourdes e Gleba Mercedes V.
É indiscutível a importância da presença da Igreja no momento da despedida de um entre querido, invariavelmente, marcado por muita dor, saudade e lágrimas em profusão, O ministério da Igreja visa tanto exprimir a comunhão eficaz com a família enlutada do ente que parte como também “encomendá-lo” à comunidade dos Santos na Jerusalém celeste. É dever da comunidade cristã oferecer a solidariedade fraterna e a oração àqueles que estão entristecidos com a morte.

O casal Ricardo Zocolaro e Marcela, ministraram a formação a todos os interessados, visando aprofundar o conhecimento aos MESCEs que compareceram (o ideal seria que todos participassem, mas muitos têm medo!). Para efeitos didáticos Zocolaro, visando favorecer maior concretude à formação providenciou junto a uma Funerária da cidade um ataúde (“caixão”) com o estandarte, etc.

No interior do caixão havia um espelho, e todos foram convidados a se levantar, deslocar-se até o caixão e a olhar para o defunto espelhado no fundo. Que susto! Um modo criativo e leve para afugentar o terror que muitos sentem quando o assunto é relativo à morte.

Além de apresentar alguns aspectos teóricos sobre a Pastoral da Esperança, o casal que ministrou a formação teve a bondade de fazer uma simulação do como se deve conduzir uma celebração das exéquias, com exemplos, partilha de experiências e alguns cuidados. E como foi bom e instrutivo!

Como é difícil encarar a realidade da morte! Via de regra a fé na ressurreição é muito superficial e vaga. É aquela história: todo querem ir para o céu, mas ninguém quer morrer. À luz da fé, o cristão deve compreender que “a vida não é tirada, mas transformada”.
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