Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -Na noite de quinta-feira (27), na Sala Santa Maria da Comunidade Matriz, das 19h30 às 21h30, Pe. Roberto J. Gottardo, SJ, dando continuidade a formação dos novos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística (MESCEs) da nossa paróquia, introduziu um tema grandioso e muito pertinente para os tempos atuais “A consciência Moral no contexto da Moral Renovada”.
Com recortes e adaptações da brilhante tese “A noção de consciência moral em Bernhard Häring e sua contribuição à atual crise de valores” do Franciscano, José Wiliam Corrêa de Araújo, OFMCap, Pe. Roberto nos agraciou com um texto de caráter questionador, desafiador e complexo, a consciência moral frente aos desafios do mundo atual, nos levando a entender que os fundamentos da consciência moral cristã estão alicerçados na centralidade da pessoa de Jesus Cristo.
Distribuindo o grupo em cinco grupos, o texto foi lido, estudado e discutido entre os mesmos, sendo que após um tempo, foi realizado uma partilha na qual foram expostas as ideias fundamentais extraídas do texto como também questões que emergiram durante a discussão em grupo: como podemos corresponder ao imenso amor que Deus nos demonstrou em Jesus Cristo nos tempos de hoje? Como viver neste mundo sem ser mundano? Como discernir o “certo” do “errado” neste contexto cultural de tanta confusão e relativismo? Como ser o trigo do evangelho em meio às florestas de joio? Que é preciso fazer para formar bem a consciência das novas gerações?

Ficou claro para todos que o mais relevante de Cristo frente à Moral não é a sua lei, nem a sua vontade, mas o seu amor. Amor que salva e que interpela a todos. A lei de Cristo é lei da Graça que infunde e condiciona a vida e o comportamento do fiel... O ponto de partida da Moral cristã é Cristo, que se revela a nós e nos chama para o seu divino seguimento. Criados por Deus e recriados em Cristo, trazemos a lei de Cristo – lei do amor – em nós, não obstante carregarmos o tesouro da Graça em vasos de barro (cf. 2Cor 4,7). Vamos viver em paz quando respondemos ao chamado de Deus à santidade com liberdade e responsabilidade: a lei do amor de Deus e do próximo está inscrita no coração humano (cf. Sl 37,31;40,9).
“Em tudo amar e servir”. Entendemos que para amar a Deus e ao próximo é necessário unir-se a Cristo e segui-Lo com alegria. Cristo é a única esperança que liga o “tu” com o “nós” e o “eu” com o “tu”, - A Moral deve estar aberta para as alturas, lançada à santidade como suprema meta e objetivo. O pecado deve ser visto como uma ruptura da íntima relação de amor com Deus e com o outro.

A consciência é o órgão receptor do apelo de Cristo, conclamando-nos a segui-Lo. É nesta dimensão mais secreta do ser humano que ele percebe, em definitivo, que sua existência mais profunda está vinculada a Cristo. É imprescindível que ele possua, para isso, um órgão e um sentimento próprios. “A consciência é o núcleo mais secreto e o sacrário do homem, no qual ele se encontra a sós com Deus, cuja voz ressoa na intimidade do seu ser” (cf. GS 16).
Como se percebe, o conteúdo da formação foi denso, oportuno e estimulante. Foi apenas um “aperitivo” de algo extremamente complexo e desafiante para os nossos dias. É importante que todos os MESCEs dediquem tempo ao estudo e à leitura de boa literatura para escapar das armadilhas da superficialidade e das ambiguidades na vivência da fé.
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Na noite de quinta-feira (27), na Sala Santa Maria da Comunidade Matriz, das 19h30 às 21h30, Pe. Roberto J. Gottardo, SJ, dando continuidade a formação dos novos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística (MESCEs) da nossa paróquia, introduziu um tema grandioso e muito pertinente para os tempos atuais “A consciência Moral no contexto da Moral Renovada”.
Com recortes e adaptações da brilhante tese “A noção de consciência moral em Bernhard Häring e sua contribuição à atual crise de valores” do Franciscano, José Wiliam Corrêa de Araújo, OFMCap, Pe. Roberto nos agraciou com um texto de caráter questionador, desafiador e complexo, a consciência moral frente aos desafios do mundo atual, nos levando a entender que os fundamentos da consciência moral cristã estão alicerçados na centralidade da pessoa de Jesus Cristo.
Distribuindo o grupo em cinco grupos, o texto foi lido, estudado e discutido entre os mesmos, sendo que após um tempo, foi realizado uma partilha na qual foram expostas as ideias fundamentais extraídas do texto como também questões que emergiram durante a discussão em grupo: como podemos corresponder ao imenso amor que Deus nos demonstrou em Jesus Cristo nos tempos de hoje? Como viver neste mundo sem ser mundano? Como discernir o “certo” do “errado” neste contexto cultural de tanta confusão e relativismo? Como ser o trigo do evangelho em meio às florestas de joio? Que é preciso fazer para formar bem a consciência das novas gerações?

Ficou claro para todos que o mais relevante de Cristo frente à Moral não é a sua lei, nem a sua vontade, mas o seu amor. Amor que salva e que interpela a todos. A lei de Cristo é lei da Graça que infunde e condiciona a vida e o comportamento do fiel... O ponto de partida da Moral cristã é Cristo, que se revela a nós e nos chama para o seu divino seguimento. Criados por Deus e recriados em Cristo, trazemos a lei de Cristo – lei do amor – em nós, não obstante carregarmos o tesouro da Graça em vasos de barro (cf. 2Cor 4,7). Vamos viver em paz quando respondemos ao chamado de Deus à santidade com liberdade e responsabilidade: a lei do amor de Deus e do próximo está inscrita no coração humano (cf. Sl 37,31;40,9).
“Em tudo amar e servir”. Entendemos que para amar a Deus e ao próximo é necessário unir-se a Cristo e segui-Lo com alegria. Cristo é a única esperança que liga o “tu” com o “nós” e o “eu” com o “tu”, - A Moral deve estar aberta para as alturas, lançada à santidade como suprema meta e objetivo. O pecado deve ser visto como uma ruptura da íntima relação de amor com Deus e com o outro.

A consciência é o órgão receptor do apelo de Cristo, conclamando-nos a segui-Lo. É nesta dimensão mais secreta do ser humano que ele percebe, em definitivo, que sua existência mais profunda está vinculada a Cristo. É imprescindível que ele possua, para isso, um órgão e um sentimento próprios. “A consciência é o núcleo mais secreto e o sacrário do homem, no qual ele se encontra a sós com Deus, cuja voz ressoa na intimidade do seu ser” (cf. GS 16).
Como se percebe, o conteúdo da formação foi denso, oportuno e estimulante. Foi apenas um “aperitivo” de algo extremamente complexo e desafiante para os nossos dias. É importante que todos os MESCEs dediquem tempo ao estudo e à leitura de boa literatura para escapar das armadilhas da superficialidade e das ambiguidades na vivência da fé.
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