Jovens e adultos iniciam a caminhada na IVC

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A Missa das 17h do último Domingo (17) na Comunidade matriz Santo Antônio contou com a presença dos 78 jovens/adultos (nem todos puderam comparecer) que iniciam o processo de formação na Iniciação a Vida Cristã (IVC). Com o rito de entrada ao Catecumenato eles serão conduzidos pelos Introdutores a mergulhar no conhecimento da Palavra de Deus e no mistério de Deus a fim de testemunhá-lo na comunidade cristã. 


Na celebração presidida pelo pároco, Pe. Gottardo,SJ, todos foram acolhidos pela assembleia litúrgica com alegria. O número de candidatos interessados acertar a vida sacramental realmente impressiona. A coordenadora da Catequese, a senhora Soeli Siaska, teve a bondade de chamá-los pelo nome, individualmente, e todos responderam: “Eis-me aqui, Senhor!”. Em seguida, foram marcados com o sinal da cruz e receberam o crucifixo como recordação do momento e com o pedido da graça de que Jesus habite pela fé no coração de cada um deles.


Na homilia o padre refletiu sobre o evangelho (cf. Mt 18,21-35), no qual o empregado deveria ter festejado, ficado feliz e pulado de alegria com o perdão que o rei concedeu à imensa dívida, atendendo suas súplicas. Ao contrário, “ao sair dali aquele empregado encontrou um de seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’. O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo, e eu te pagarei!’. Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia” (vv. 28-30). 



Ele não aprendeu nada com a prática misericordiosa do rei. Quem é ingrato e não tem compaixão é capaz de tudo; quem não tem empatia não consegue perceber o sofrimento dos outros. Seu companheiro diz as mesmas palavras que ele havia dito ao rei, mas o servo cruel sequer retribui o tratamento que recebeu. A princípio, ele não foi desonesto, mas perverso e cruel. A prática da vingança é algo que nos remete aos selvagens e aos trogloditas. Contudo, “Quem se vingar encontrará a vingança do Senhor, que pedirá severas contas dos seus pecados” (cf. Eclo 28,1). 



Enfatizou que essencialmente “o perdão é um presente que dou a mim mesmo, pois me liberto das mágoas, do rancor e do ódio e crio em mim espaço para o amor, a paz, a felicidade e reconciliação”. “Jesus disse a Simão em relação a pecadora perdoada: ‘Os muitos pecados que ela cometeu estão perdoados porque ela mostrou muito amor. Aquele a quem se perdoa pouco mostra pouco amor’” (cf. Lc 7,47). Entretanto, para perdoar é preciso sentir-se perdoado por Deus. Na oração do Pai Nosso, Jesus ensina: “Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do Maligno” (cf. Mt 6,12). O “Maligno” é incapaz de perdoar. Quem não perdoa, semeia a morte.



Após a homilia os catecúmenos se colocaram em frente ao presbitério para receber a Bíblia das mãos do Pe. Roberto. Antes de entregar-lhes o “maravilhoso presente” lembrou a todos que aquele Livro não deve ser mero enfeite na sala da casa deles. Recomendou vivamente que encontrem tempo para ler, meditar e crescer na fé. Que tenham a graça de perseverar na caminhada!  







 
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