Missa festiva em honra a Santo Antônio

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Encerrando as festividades em honra ao Padroeiro, a Paróquia Santo Antônio de Sinop realizou ontem (13), às 19h30, a missa festiva na comunidade Matriz. A celebração foi presidida pelo pároco, Pe. Roberto J. Gottardo,SJ e concelebrada pelos vigários paroquiais Pe. Ivo Mueller,SJ e Pe. Marcelo P. da Costa,SJ.

Pe. Roberto em sua homília falou sobre a vida de Santo Antônio, um dos santos mais queridos e populares da Igreja. A imagem de Santo Antônio foi ofertada pelo colonizador e um dos fundadores da cidade de Sinop, o senhor Ênio Pipino, que cultivava profunda devoção ao Santo. Portanto, Santo Antônio está presente na alma do povo sinopense desde as origens. A nossa gratidão e reconhecimento a todos os benfeitores/as da Igreja, aos catequistas e religiosos/as que contribuíram e continuam lançando sem parcimônia as sementes do evangelho na boa terra da região. 

  

Ao fazer eco da frase evangélica: “Eis que eu vos envio como ovelhas no meio de lobos” (cf. Mt 10,16), lembrou dos imensos desafios e fracassos enfrentados por Santo Antônio, entre eles o enfrentamento com os heréticos cátaros (Rimini, Itália)) que boicotavam os cultos e sabotavam a doutrina da Igreja, espalhando infâmias e mentiras. Diante da recusa dos obstinados “primatas”, Santo Antônio, por inspiração divina, aproximou-se da foz do rio e começou, à maneira de sermão, a chamar os peixes da parte de Deus: “Ó peixes, meus irmãos, vinde vós ouvir a palavra do Senhor, já que os infiéis fazem dela pouco caso!”. Milagrosamente, se reuniram diante de Santo Antônio tantos peixes, grandes e pequenos, como nunca por ali fora vista tamanha multidão. E todos eles punham a cabeça para fora d’água”.  Vendo um milagre tão singular, prostraram-se, de coração compungido, aos pés do Santo e rogaram-lhe que também a eles dirigisse um sermão. 


Pe. Gottardo concluiu a sua fala com uma súplica dirigida ao amado padroeiro: “Que Santo Antônio, tão venerado e querido pelos fiéis do mundo inteiro, interceda por toda a igreja e, sobretudo, por aqueles que se dedicam à pregação do evangelho e são incompreendidos e perseguidos; oremos ao Senhor para que nos ajude a assimilar um pouquinho da fé que animava o coração e uma porção da sabedoria de caracterizava o modus operandi e o modus vivendi de Santo Antônio. Que os pregadores/catequistas, inspirando-se no seu exemplo e fidelidade na missão confiada, consigam articular/unir doutrina sólida e piedade sincera com o comprometimento com a transformação do mundo, segundo os critérios de Deus. Ele escreveu: ‘Que falem as obras!’”.


“Que nossa ação evangelizadora seja eficaz e fiel na vivência da perene beleza de Cristo, precisamente como Santo Antônio recomendou: ‘Se pregas Jesus, Ele comove os corações duros; se o invocas, alivia das tentações amargas; se o pensas, ilumina o teu coração; se o lês, sacia-te a mente’, e se o segues, serás feliz e serás salvo da corrupção deste mundo”.


Após a comunhão foi realizada a bênção nos pãezinhos, porém, antes de proceder a benção, Pe. Roberto solicitou a Nathan, coordenador da liturgia, para que lesse o texto explicativo da origem da tradição de abençoar os “pães de Santo Antônio” nas missas e distribui-lo aos fiéis. 


Para a bênção final, as pessoas que têm o nome de Antônio (a) foram chamados à frente, bem pertinho da imagem do Santo festejado, para receber de Deus a bênção sob intercessão do insigne pregador do evangelho, “o Santo do mundo inteiro”.










 
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