Missa festiva em honra ao nosso amado padroeiro

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\"A fé se compara ao peixe. Assim como o peixe é batido pelas frequentes ondas do mar, sem que morra com isso, também a fé não se quebra com as adversidades\" (Santo Antônio de Pádua).

No dia 13 de junho a Igreja faz memória do inesquecível e sempre amado Santo Antônio de Pádua. Nós, aqui, de Sinop (MT) temos a graça de tê-lo como Padroeiro da Paróquia e da cidade. Para festeja-lo foi realizada, ontem, dia 13 de junho, às 19h30, a missa festiva em sua honra na Igreja Matriz Santo Antônio. A celebração foi presidida pelo pároco Pe. Roberto J. Gottardo,SJ e concelebrada pelos vigários paroquiais, Pe. Ivo H. Mueller,SJ e Pe. Marcelo Pereira da Costa,SJ.

Pe. Gottardo iniciou a sua homilia, relatando um fato recorrente no contexto da memória litúrgica de Santo Antônio. Parece lugar comum entre os repórteres das TVs que procuram o pároco para entrevistas sobre o popularíssimo Santo Antônio “casamenteiro”. Às vezes, tem-se a impressão que o aspecto folclórico e/ou lendário tenha mais importância que os multifacetados aspectos da riquíssima biografia de Santo Antônio que, ao entregar sua vida ao Criador com apenas 36 anos de vida (+1231) deixou-nos um legado extraordinário na qualidade de pregador, escritor, professor, missionário incansável e alguém que desenvolveu com paixão e devotado amor o seguimento do Cristo pobre, casto e humilde.   


Celebrou seu die natalis esgotado de tanto trabalhar na vinha do Senhor. Sua vida foi uma liturgia viva feita de entrega e de doação ao serviço do Reino, com uma atenção especial aos mais pobres. O reconhecimento da sua santidade foi tamanho que menos de um ano após sua morte o papa Gregório IX o canonizou, um recorde na história da Igreja Católica. Um fenômeno cujos 53 milagres documentados para sua elevação aos altares impressionava a todos. 

O pároco destacou ainda outro dom admirável de Santo Antônio. Por ser um homem erudito e de vasto conhecimento teológico e bíblico notabilizou-se como exímio pregador da palavra de Deus. Não tinha medo de combater as heresias que pululavam naquele contexto histórico nem de denunciar os ricos e fanfarrões da época, assim como também os religiosos que os defendiam com pregações adocicadas, afim de obter supostos benefícios.


No final da Missa, Pe. Roberto lembrou que o imenso carinho que o povo de Deus devota ao Santo deve-se especialmente a proximidade dele junto ao povo que servia com tanto ardor e fervor. É comovente e encantadora a afeição do povo à figura de Santo Antônio! Por isso convidou os “antônios” que estavam presentes para tomarem nos braços a imagem de Santo Antônio e conduzi-la por entre os fiéis, no interior da igreja. Um momento para pedir graças e demonstrar o carinho sentido pelo padroeiro. Um lindo momento!


Para a benção do “Pão de Santo Antônio” e a benção final da memorável celebração, o padre chamou à frente as pessoas presentes na missa cuja idade supera os 70 anos. Uma beleza! Após a benção, num clima de muita alegria e descontração foi feita a distribuição dos “pãezinhos de Santo Antônio” para nunca faltar o pão nosso de cada dia e principalmente o “alimento espiritual” em nossas vidas.


Não esqueçamos do ensinamento do nosso amado Padroeiro: “é viva a palavra quando são as obras que falam”. Tudo para a maior glória de Deus!

 
 
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