Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -No domingo (25), Pe. Roberto J. Gottardo,SJ, presidiu a missa nas comunidades Nossa Senhora da Salete, às 15h e em São José, às 17h, na Gleba Mercedes V. Um domingo feliz e recheado de atividades, graças a Deus.
Pe. Roberto em sua homilia destacou a frase do Evangelho que aparece como uma espécie de estribilho no evangelho: “Não tenhais medo!” (cf. Mt 10,26-33) reforçando a importância do significado desse recado de Jesus para todos os seguidores. Pe. Roberto lembrou que a referida frase aparece na Bíblia 365 vezes. Foi enfático ao dizer: “Se Deus nos desafia a toda instante a não sermos reféns do medo é por que Ele sabe o quanto somos covardes e medrosos. O medo é uma espécie de monstro que envenena a nossa alma e estraga a nossa vida. A consequência é triste: muita gente se perde e muitas obras maravilhosas deixam de ser realizadas”.

Continuou Pe. Roberto dizendo, “o medo cria e multiplica cenas de pânico e intoxica as nossas relações com os outros. Ele, qual camaleão, se mascara de muitos modos: o consumo e a mentira compulsiva, visão de fantasmas, o ressentimento, o ódio, o racismo, o fanatismo raivoso, a alienação, a adulação, a intolerância, a indiferença, a violência, a competição, a exclusão do outro, a fofoca, a prepotência, o abuso de poder, etc. Há o pior dos medos: medo de sentir medo (agorafobia). Por isso, Jesus insiste: ‘Não tenham medo!’. O contrário da fé não é o ateísmo, como se costuma pensar e/ou nos é ensinado, mas o medo”.

Ao dizer algumas palavras sobre o importantíssimo versículo 28: “não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno!” lembrou que uma semana possui 10.080 minutos. Para provocar a assembleia, perguntou: quantos minutos por semana estão dedicando no “cuidado” da própria alma, ou seja, no cultivo da vida espiritual? Façamos as contas: quantos minutos da semana o uso do celular está consumindo? Não por acaso a vida de muitas pessoas parece ser um deserto sem fim.

Além da oração e do culto prestado a Deus, há muitos modos de cultivar os valores do espírito. Por exemplo, a família que senta junto para fazer a refeição, os pais que conversam com os filhos/as, a leitura de bons livros, o cuidado com o uso das palavras (língua), o silêncio, a escuta da Palavra de Deus, a prática da caridade, a solidariedade com os empobrecidos, etc. E comparou a vida espiritual como uma plantinha que se não for regada constantemente ele acaba morrendo.

Falou-nos também que, segundo o pensamento bíblico, há duas mortes: a morte física a qual todos vamos padecê-la e a morte psíquica (alma). Citou a passagem do Apo 2,10-11, para que todos compreendessem o teor da segunda morte: “Não tenhas medo do que irás sofrer: eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para vos provar, e tereis tribulação por dez dias. Sede fiéis até a morte e eu lhe darei a coroa da vida. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às Igrejas: O vencedor de modo algum será lesado pela segunda morte”. Infelizmente há muitas pessoas vivas já imersas na segunda morte, são aquelas que vivem a morte à prestação: não cultivamos a vida espiritual, são escravas do medo, dos hábitos, não se emocionam com mais nada, não evoluem, não se dispõem a aprender coisas novas, vivem resmungando... São os defuntos ambulantes! Rezemos para que quando a morte chegar de fato ela nos encontre vivos.

Na Comunidade São José foi realizada a primeira eucaristia de três jovens: Marcelo, Helena e Steffany, no final eles foram convidados para se posicionar à frente ao altar juntamente com as catequistas Cirse e Katia que receberam os cumprimentos de Pe. Roberto pela dedicação e trabalho dedicados a Deus e parabenizou os jovens que receberam Jesus Eucarístico pela primeira vez e que continuem firmes e fiéis no seguimento de Jesus e na participação junto à comunidade eclesial. Deus seja louvado.



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No domingo (25), Pe. Roberto J. Gottardo,SJ, presidiu a missa nas comunidades Nossa Senhora da Salete, às 15h e em São José, às 17h, na Gleba Mercedes V. Um domingo feliz e recheado de atividades, graças a Deus.
Pe. Roberto em sua homilia destacou a frase do Evangelho que aparece como uma espécie de estribilho no evangelho: “Não tenhais medo!” (cf. Mt 10,26-33) reforçando a importância do significado desse recado de Jesus para todos os seguidores. Pe. Roberto lembrou que a referida frase aparece na Bíblia 365 vezes. Foi enfático ao dizer: “Se Deus nos desafia a toda instante a não sermos reféns do medo é por que Ele sabe o quanto somos covardes e medrosos. O medo é uma espécie de monstro que envenena a nossa alma e estraga a nossa vida. A consequência é triste: muita gente se perde e muitas obras maravilhosas deixam de ser realizadas”.

Continuou Pe. Roberto dizendo, “o medo cria e multiplica cenas de pânico e intoxica as nossas relações com os outros. Ele, qual camaleão, se mascara de muitos modos: o consumo e a mentira compulsiva, visão de fantasmas, o ressentimento, o ódio, o racismo, o fanatismo raivoso, a alienação, a adulação, a intolerância, a indiferença, a violência, a competição, a exclusão do outro, a fofoca, a prepotência, o abuso de poder, etc. Há o pior dos medos: medo de sentir medo (agorafobia). Por isso, Jesus insiste: ‘Não tenham medo!’. O contrário da fé não é o ateísmo, como se costuma pensar e/ou nos é ensinado, mas o medo”.

Ao dizer algumas palavras sobre o importantíssimo versículo 28: “não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno!” lembrou que uma semana possui 10.080 minutos. Para provocar a assembleia, perguntou: quantos minutos por semana estão dedicando no “cuidado” da própria alma, ou seja, no cultivo da vida espiritual? Façamos as contas: quantos minutos da semana o uso do celular está consumindo? Não por acaso a vida de muitas pessoas parece ser um deserto sem fim.

Além da oração e do culto prestado a Deus, há muitos modos de cultivar os valores do espírito. Por exemplo, a família que senta junto para fazer a refeição, os pais que conversam com os filhos/as, a leitura de bons livros, o cuidado com o uso das palavras (língua), o silêncio, a escuta da Palavra de Deus, a prática da caridade, a solidariedade com os empobrecidos, etc. E comparou a vida espiritual como uma plantinha que se não for regada constantemente ele acaba morrendo.

Falou-nos também que, segundo o pensamento bíblico, há duas mortes: a morte física a qual todos vamos padecê-la e a morte psíquica (alma). Citou a passagem do Apo 2,10-11, para que todos compreendessem o teor da segunda morte: “Não tenhas medo do que irás sofrer: eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para vos provar, e tereis tribulação por dez dias. Sede fiéis até a morte e eu lhe darei a coroa da vida. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às Igrejas: O vencedor de modo algum será lesado pela segunda morte”. Infelizmente há muitas pessoas vivas já imersas na segunda morte, são aquelas que vivem a morte à prestação: não cultivamos a vida espiritual, são escravas do medo, dos hábitos, não se emocionam com mais nada, não evoluem, não se dispõem a aprender coisas novas, vivem resmungando... São os defuntos ambulantes! Rezemos para que quando a morte chegar de fato ela nos encontre vivos.

Na Comunidade São José foi realizada a primeira eucaristia de três jovens: Marcelo, Helena e Steffany, no final eles foram convidados para se posicionar à frente ao altar juntamente com as catequistas Cirse e Katia que receberam os cumprimentos de Pe. Roberto pela dedicação e trabalho dedicados a Deus e parabenizou os jovens que receberam Jesus Eucarístico pela primeira vez e que continuem firmes e fiéis no seguimento de Jesus e na participação junto à comunidade eclesial. Deus seja louvado.



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