Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -Na primeira segunda-feira após Pentecostes, a Igreja celebra a memória da Virgem Maria Mãe da Igreja, um título que tem raízes bíblicas profundas, e que foi inserido no Calendário Litúrgico em 2018, por desejo do Papa Francisco, com o objetivo de “favorecer o crescimento do senso materno da Igreja bem como da genuína piedade mariana” (Ecclesia Mater).
Neste sentido, a comunidade da Matriz se reuniu, ontem (29), às 19h30, para celebrar a Eucaristia sob os cuidados da “mulher-mãe-esposa”, Nossa Senhora. A missa foi presidida pelo nosso pároco Pe. Roberto J. Gottardo,SJ. Em sua reflexão falou-nos sobre Maria, como a primeira discípula de Jesus; ela foi uma pessoa que sempre impressionou muito o primeiro núcleo da comunidade cristã. Era uma mulher de oração, fiel, comprometida e perseverante (cf. At 1,14). Um tesouro inestimável. A maior herança que o Filho Jesus nos deixou.

Ajudou a assembleia litúrgica a meditar, sobretudo, o versículo do Evangelho que inspira a celebração: “Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: ‘Mulher, este é o teu filho’. Depois disse ao discípulo: ‘Esta é a tua mãe”. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo’” (cf. Jo 19,25-26). A saudação de Cristo não é formal, mas é vital e cheia de amor porque se projeta para o futuro, para além da dramática experiência pascal do Calvário e ponta para a origem da Igreja. A partir daí sabemos que Maria não se tornou apenas a Mãe de Deus, mas Mãe de todos nós porque Mãe da Igreja. Por isso é justo e necessário evocá-la todos os dias.

Lembrou Pe. Gottardo, que não devemos endeusarmos a figura de Maria, “ela é uma de nós”, escolhida por Deus para uma missão muito especial e particular. Também comentou que apesar de Maria não ter claro e não entender a identidade do Filho, acompanhava o desenrolar da missão do Filho com amor de mãe. Lembrou-nos que se pararmos para pensar um pouquinho sobre a história desta mulher veremos que Deus não lhe pedira coisas lógicas, explicáveis e pacíficas, Deus sempre exigirá dela o impossível, o incrível e o inacreditável, algo que repugna ao senso comum. No entanto, Maria nos ensina que ter fé em Deus implica em crer no incrível, ver o invisível e realizar o impossível.

Pe. Roberto concluiu a homilia dizendo que com essa memória litúrgica Papa Francisco intenciona enfatizar a importância da Igreja em cultivar sempre a atitude de esposa e de mãe no cuidado com os fiéis, a Igreja não pode perder a sua dimensão materna, da misericórdia, do acolhimento e do cuidado. Deus é um Pai amoroso que nos ama com coração de mãe.
E para finalizar, um momento mariano por excelência que muito representa para a alma católica: a coroação de Nossa Senhora. Crianças da IVC e da Infância Missionária assumiram a reponsabilidade de preparar a singela homenagem à Mãe de Deus e da Igreja. Um momento singular de ternura e de reconhecimento sobre a importância da pessoa de Maria na história da salvação.

Evviva la Madonna!
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Na primeira segunda-feira após Pentecostes, a Igreja celebra a memória da Virgem Maria Mãe da Igreja, um título que tem raízes bíblicas profundas, e que foi inserido no Calendário Litúrgico em 2018, por desejo do Papa Francisco, com o objetivo de “favorecer o crescimento do senso materno da Igreja bem como da genuína piedade mariana” (Ecclesia Mater).
Neste sentido, a comunidade da Matriz se reuniu, ontem (29), às 19h30, para celebrar a Eucaristia sob os cuidados da “mulher-mãe-esposa”, Nossa Senhora. A missa foi presidida pelo nosso pároco Pe. Roberto J. Gottardo,SJ. Em sua reflexão falou-nos sobre Maria, como a primeira discípula de Jesus; ela foi uma pessoa que sempre impressionou muito o primeiro núcleo da comunidade cristã. Era uma mulher de oração, fiel, comprometida e perseverante (cf. At 1,14). Um tesouro inestimável. A maior herança que o Filho Jesus nos deixou.

Ajudou a assembleia litúrgica a meditar, sobretudo, o versículo do Evangelho que inspira a celebração: “Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: ‘Mulher, este é o teu filho’. Depois disse ao discípulo: ‘Esta é a tua mãe”. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo’” (cf. Jo 19,25-26). A saudação de Cristo não é formal, mas é vital e cheia de amor porque se projeta para o futuro, para além da dramática experiência pascal do Calvário e ponta para a origem da Igreja. A partir daí sabemos que Maria não se tornou apenas a Mãe de Deus, mas Mãe de todos nós porque Mãe da Igreja. Por isso é justo e necessário evocá-la todos os dias.

Lembrou Pe. Gottardo, que não devemos endeusarmos a figura de Maria, “ela é uma de nós”, escolhida por Deus para uma missão muito especial e particular. Também comentou que apesar de Maria não ter claro e não entender a identidade do Filho, acompanhava o desenrolar da missão do Filho com amor de mãe. Lembrou-nos que se pararmos para pensar um pouquinho sobre a história desta mulher veremos que Deus não lhe pedira coisas lógicas, explicáveis e pacíficas, Deus sempre exigirá dela o impossível, o incrível e o inacreditável, algo que repugna ao senso comum. No entanto, Maria nos ensina que ter fé em Deus implica em crer no incrível, ver o invisível e realizar o impossível.

Pe. Roberto concluiu a homilia dizendo que com essa memória litúrgica Papa Francisco intenciona enfatizar a importância da Igreja em cultivar sempre a atitude de esposa e de mãe no cuidado com os fiéis, a Igreja não pode perder a sua dimensão materna, da misericórdia, do acolhimento e do cuidado. Deus é um Pai amoroso que nos ama com coração de mãe.

E para finalizar, um momento mariano por excelência que muito representa para a alma católica: a coroação de Nossa Senhora. Crianças da IVC e da Infância Missionária assumiram a reponsabilidade de preparar a singela homenagem à Mãe de Deus e da Igreja. Um momento singular de ternura e de reconhecimento sobre a importância da pessoa de Maria na história da salvação.

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