Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -O dia 20 de agosto de 2022, vai ficar marcado na vida dos nove casais que se esposaram “no Senhor”. Eles participaram do casamento comunitário realizado, no último sábado, na igreja matriz Santo Antônio.
Os noivos Dinarthi Araújo Cardoso Júnior e Gabriela de Abreu Veras, vivem juntos há 15 anos e decidiram sacramentar essa união, na igreja, pois querem dar o exemplo para a filhinha de 5 meses. “Estávamos longe da religião, de uma vida cristã, e com o nascimento da Catherina foi como se algo visceral dentro da gente chamasse e dissesse ‘olha, vocês precisam de algo mais’ e a gente veio por esse algo a mais, porque a gente quer que Catherina cresça dentro de uma vida cristã, não só de fala, mas de exemplo também”, assegurou Dinarthi. “É maravilhoso, desde a preparação, a expectativa do dia, além da parte espiritual da gente, é muito importante, porque fez diferença na nossa vida e vai fazer na dela também (filha)”, descreveu Gabriela.
Ademis da Silva Fernandes e Gleiciele Santos de Oliveira, estão unidos desde o nascimento da filha de 10 anos e agora decidiram sacramentar a união para viver uma vida cristã correta. “A nossa filha agora vai para catequese, vai começar a seguir a vida da igreja, e a gente estava errado, então resolvemos acertar as coisas, pois a benção de Deus é muito importante”, pontuou Gleiciele. “Depois de 10 anos a gente vai casar, vai regularizar a situação e isso é muito bom”, comemorou Ademis.

O casamento foi celebrado pelo pároco, Pe Roberto Gottardo, que lembrou que o sacramento do matrimônio é o caminho natural de vocação matrimonial na vida de um homem e uma mulher que se declaram cristãos católicos. Ele lembrou que “o casamento não deve ser algo impositivo, de carácter obrigatório, mas é uma questão vocacional”. “O casamento vem se constituir num momento culminante na vida de um casal e deve ser compreendido como uma resposta ao amor, porque Deus nos fez para amar e para sermos amados”, pontuou referindo-se à vocação da vida matrimonial. “Hoje em dia, infelizmente, impera a mentalidade onde tudo parece ser descartável e a dinâmica provisório impõe-se sempre mais como “estilo de vida”, tudo se apresenta efêmero, mas a palavra de Deus continua sendo perene”, finalizou referindo-se à consciência da decisão de um casal em celebrar o sacramento do matrimônio que deve ser duradouro, pois se trata de realizar “a vontade de Deus”.

A celebração do casamento comunitário foi organizada pela Pastoral da Família e próximo evento será realizado em agosto de 2023, na culminância da Semana da Família. Os casais interessados em sacramentar a união conjugal, devem procurar a secretaria da paróquia a partir de fevereiro do próximo ano.

Aumentar Fonte +
Diminuir Fonte -
O dia 20 de agosto de 2022, vai ficar marcado na vida dos nove casais que se esposaram “no Senhor”. Eles participaram do casamento comunitário realizado, no último sábado, na igreja matriz Santo Antônio.
Os noivos Dinarthi Araújo Cardoso Júnior e Gabriela de Abreu Veras, vivem juntos há 15 anos e decidiram sacramentar essa união, na igreja, pois querem dar o exemplo para a filhinha de 5 meses. “Estávamos longe da religião, de uma vida cristã, e com o nascimento da Catherina foi como se algo visceral dentro da gente chamasse e dissesse ‘olha, vocês precisam de algo mais’ e a gente veio por esse algo a mais, porque a gente quer que Catherina cresça dentro de uma vida cristã, não só de fala, mas de exemplo também”, assegurou Dinarthi. “É maravilhoso, desde a preparação, a expectativa do dia, além da parte espiritual da gente, é muito importante, porque fez diferença na nossa vida e vai fazer na dela também (filha)”, descreveu Gabriela.
Ademis da Silva Fernandes e Gleiciele Santos de Oliveira, estão unidos desde o nascimento da filha de 10 anos e agora decidiram sacramentar a união para viver uma vida cristã correta. “A nossa filha agora vai para catequese, vai começar a seguir a vida da igreja, e a gente estava errado, então resolvemos acertar as coisas, pois a benção de Deus é muito importante”, pontuou Gleiciele. “Depois de 10 anos a gente vai casar, vai regularizar a situação e isso é muito bom”, comemorou Ademis.

O casamento foi celebrado pelo pároco, Pe Roberto Gottardo, que lembrou que o sacramento do matrimônio é o caminho natural de vocação matrimonial na vida de um homem e uma mulher que se declaram cristãos católicos. Ele lembrou que “o casamento não deve ser algo impositivo, de carácter obrigatório, mas é uma questão vocacional”. “O casamento vem se constituir num momento culminante na vida de um casal e deve ser compreendido como uma resposta ao amor, porque Deus nos fez para amar e para sermos amados”, pontuou referindo-se à vocação da vida matrimonial. “Hoje em dia, infelizmente, impera a mentalidade onde tudo parece ser descartável e a dinâmica provisório impõe-se sempre mais como “estilo de vida”, tudo se apresenta efêmero, mas a palavra de Deus continua sendo perene”, finalizou referindo-se à consciência da decisão de um casal em celebrar o sacramento do matrimônio que deve ser duradouro, pois se trata de realizar “a vontade de Deus”.

A celebração do casamento comunitário foi organizada pela Pastoral da Família e próximo evento será realizado em agosto de 2023, na culminância da Semana da Família. Os casais interessados em sacramentar a união conjugal, devem procurar a secretaria da paróquia a partir de fevereiro do próximo ano.

Indique a um amigo
Conteúdo Relacionado