Segundo encontro de formação dos novos MESCEs

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Ontem (25), na Sala Santa Maria da Comunidade Matriz, foi realizado o 2º encontro de formação para novos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística (MESCEs), sob a orientação do nosso pároco, Pe. Roberto J. Gottardo,SJ.

O grupo de candidatos para a formação, na noite de ontem já estava mais encorpado com 33 presentes, visto que os que não puderam comparecer no primeiro encontro devido a outros compromissos paroquiais se fizeram presentes com ânimo, alegria e disposição para estudar. São pessoas comprometidas e têm consciência da responsabilidade e do zelo que o ministério exige.

Após a oração inicial Pe. Roberto partilhou com eles o texto sobre “Orientações e critérios para ser Ministros da Palavra, da Comunhão e da Esperança”. Os dezoito tópicos foram lidos e devidamente esclarecidos. Ficou claro que o desejável é que todos os MESCEs sejam capazes, caso aja necessidade, de exercer esses serviços junto à comunidade. O serviço principal do ministro é levar a Eucaristia aos enfermos e às pessoas que não têm condições de se deslocar e participar das celebrações na igreja. Cabe ao MESCE a tarefa de “evangelizar observando as exigências da Igreja: serviço, diálogo, anúncio e testemunho de comunhão, e um olhar preferencial para os mais pobres, vulneráveis e frágeis”.


Espera-se que todo servidor da missão de Cristo realmente tenha fé que se traduz em obras, força de vontade e tempo disponível para o serviço do Reino e para atender as demandas da comunidade (infelizmente, para muitas pessoas que professam a fé cristã o reino de Deus não é a prioridade, “entregam” apenas migalhas). O bom ministro deve ter na mente e no coração Mt 6,33: “Buscai, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a sua justiça, e tudo o mais vos será acrescentado”. 


Por fim como “dever de casa” foi distribuído texto sobre “A vocação: graça e missão”, recortes da maravilhosa mensagem que o Papa Francisco escreveu por ocasião do 60º dia mundial de oração pelas vocações/2023. Segundo o Pontífice o chamado de Deus inclui o envio. Não há vocação sem missão. E não há felicidade e autorrealização sem oferecer aos outros a vida nova que encontramos. A vocação ao amor é uma experiência que não se pode calar. “Ai de mim, se eu não evangelizar!”, exclamava São Paulo (cf. 1Cor 9,16).  “A fantasia de Deus que nos chama é infinita”.

O encontro foi encerrado com uma oração vocacional implorando que Deus nos faça homens e mulheres atentos aos apelos do Alto e generosos na adesão ao chamado, sendo “sal da terra” e “luz do mundo” (cf. Mt 5,13).

 
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