Tríduo em honra a Santo Antônio

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O início da celebração da memória litúrgica do nosso amado Padroeiro, Santo Antônio de SINOP, começou na segunda-feira (10) com a missa, às 19h30, presidida pelo pároco, Pe. Roberto J. Gottardo,SJ.

No primeiro dia, o tema proposto para reflexão e conhecimento sobre a vida do santo foi: Santo Antônio e o amor à Palavra de Deus. Santo Antônio foi um exímio pregador, um apóstolo incansável e apaixonado por Jesus Cristo e pelo Evangelho, por onde passava espalhava as sementes da palavra de Deus. Assim como Santo Antônio, somos convidados pelo Senhor a sermos também evangelizadores, cristãos fervorosos e criativos, capazes de anunciar os valores do Reino com palavras e ações, sem medo e com desassombro.

Pe. Roberto iniciou a sua homilia falando da importância das festas, da confraternização, dos momentos de encontro da comunidade, mas também fez uma alerta: “festejar Santo Antônio não teria sentido nenhum se ficássemos apenas na dimensão folclórica, com muita comida, bebida e divertimentos. Isto os ‘pagãos’ também fazem, e com muita competência”. E continuou dizendo que “para nós, cristãos, o que mais interessa é o conhecimento da Palavra de Deus, a espiritualidade, a conversão, a mudança de vida, a participação efetiva na comunidade. A dimensão social da festa também é importante, mas deve ser consequência”. É preciso cuidado com o “mundanismo” (Papa Francisco). Lembrou de Rom 12,2: “Não vos conformeis com os esquemas deste mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. 


Na próxima quinta-feira (13) estaremos festejando a memória litúrgica de Santo Antônio e os 50 anos da Missa de fundação da cidade de SINOP. Uma grande alegria para todos os sinopenses! Vamos fazê-lo fazendo memória das nossas origens, resgatando o sentido originário da festa religiosa, cujas marcas inconfundíveis é o encontro entre gerações, o espírito fraterno e solidário, e a simplicidade de celebrar como irmãos  a gratuidade e a bondade da vida, o maior presente de Deus. 


As Bem-aventuranças (cf. Mt 5,1-12) foi o evangelho do dia. Pe. Roberto mencionou serem elas a espinha dorsal do Evangelho e muitas pessoas consideram impossível praticá-las tamanha a radicalidade. “Santo não é quem reza muito e sabe a Bíblia de cor, mas quem se esforça em assimilar e viver as bem-aventuranças”, enfatizou. Pensando nisso, Pe. Gottardo fez uma contraposição entre as bem-aventuranças do mundo e as bem-aventuranças do Evangelho para que pudéssemos fazer uma análise e um exame de consciência para verificar em qual das duas a vida está sendo pautada.  


Para arrematar o primeiro dia do Tríduo o padre abençoou e enviou os membros da Pastoral da Acolhida da comunidade Matriz. Uma benção. E no momento do canto final, enquanto entoava alegremente a antiga canção “Subi precioso incenso, até o trono do Altíssimo. Incensai glorioso Antônio, com perfume suavíssimo”, os fiéis foram animados pelo padre a tomarem em mãos uma pedrinha de incenso e depositá-la aos pés da imagem de Santo Antônio. Um momento devocional feliz e reverencial ao Santo servo de Deus, Santo Antônio. 


 
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